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Todos os fechamentos, dia a dia.

A bolsa não esquece, e o Radar também não. Aqui fica o registro de cada pregão: o que moveu o Ibovespa, quais setores pesaram e o que ficou no radar para os dias seguintes. Use para entender o contexto, comparar semanas e acompanhar a evolução do índice.

18/09 · SEXTA

O Ibovespa caiu 0,41% e fechou a semana em queda de 1,06%, com mineração e siderurgia no fundo no dia em que o minério subiu 0,70% em Dalian. O bloco fechou com média de queda de 3,01%, o pior entre os vinte setores acompanhados, a CSNA3 caiu 6,40%, a maior queda do dia, e a VALE3 caiu 1,53%, com o segundo maior giro do pregão. Desde 02/09, os títulos de dívida em dólar do grupo da CSNA3 renderam em média cerca de 5%, segundo a agência Bloomberg, e a leitura do dia foi a de que credor e acionista enxergam a mesma venda de ativos em direções opostas.

O Ibovespa fechou aos 185.229,17 pontos, queda de 0,41%, com giro de R$ 27,29 bilhões nas 85 ações acompanhadas no vencimento da série mensal de opções e placar de 41 altas, 44 quedas e nenhuma estável; no pregão anterior o giro tinha sido de R$ 18,71 bilhões. Os quatro blocos que mais tinham caído na quinta fecharam no positivo, com proteína em alta média de 2,77% e shoppings e imóveis com 2,17%. O dólar à vista fechou a R$ 5,1420, alta de 0,32%, e o BOVA11 fechou a R$ 182,47, dentro do intervalo da pergunta da semana. Maior alta BEEF3 (+4,46%); maior baixa CSNA3 (-6,40%).

17/09 · QUINTA

O índice subiu 0,24% com mais ações caindo do que subindo, e o que separou as duas metades do mercado foi o anúncio fiscal da manhã. Às 10h32 o governo anunciou reajuste de 15% no piso do Bolsa Família, de R$ 600 para R$ 691, com impacto declarado de R$ 5,8 bilhões em 2026 e R$ 22 bilhões em 2027, o Ibovespa perdeu 3 mil pontos e o contrato de juro futuro de janeiro de 2036 subiu 13 pontos-base na leitura das 11h35, para 14,325%. Da tarde em diante a bolsa devolveu, com a VALE3 em alta de 2,07% e Nova York em alta de 1,14% no índice amplo, e no fechamento os vértices da curva recuaram até 3,0 pontos-base.

O Ibovespa fechou aos 185.992,03 pontos, alta de 0,24%, com giro de R$ 18,71 bilhões nas 85 ações acompanhadas e placar de 40 altas, 45 quedas e nenhuma estável; no pregão anterior o giro tinha sido de R$ 22,04 bilhões. A ação do meio da lista caiu 0,10%, então o índice subiu com o meio da bolsa parado. O que não devolveu a queda da manhã foi o bloco que depende de dinheiro barato: construção fechou com média de queda de 3,42%, shoppings e imóveis com 1,67% e consumo e varejo com 1,15%. O mesmo setor entregou os dois extremos do dia: a VALE3 subiu 2,07% e a CMIN3 caiu 5,59%, com o Goldman Sachs apontando, em relatório noticiado hoje, exposição integral da segunda ao frete marítimo à vista contra cerca de 75% do volume exportado da primeira em contrato longo. O dólar à vista fechou a R$ 5,1255, queda de 0,52%, e o Brent ajustou a US$ 104,82, queda de 0,95%, no segundo dia seguido de recuo. No quadro de risco, lido pelas grades das 16h59 às 17h00, nove dos vinte e um papéis mudaram de nível na véspera do vencimento da série mensal, e o intervalo do BOVA11 vai de R$ 180,00 a R$ 186,56 até 18/09. Maior alta YDUQ3 (+3,07%); maior baixa CMIN3 (-5,59%).

16/09 · QUARTA

O índice caiu 0,51% com os dois maiores pesos no fundo, no dia em que o juro subiu lá fora e caiu aqui. A preferencial PETR4 caiu 3,53% e a ordinária PETR3 caiu 4,27%, com o Brent em queda de 2,69% no ajuste, a US$ 105,83, e a VALE3 caiu 2,14% com R$ 3,83 bilhões negociados, o maior volume do pregão, no vencimento das opções sobre o Ibovespa. O banco central americano subiu o juro para a faixa de 3,75% a 4,00% e, à noite, a Selic foi cortada para 13,75%, e a distância entre as duas taxas caiu de 10,25 para 9,75 pontos percentuais.

O Ibovespa fechou aos 185.547,66 pontos, queda de 0,51%, com giro de R$ 22,04 bilhões nas 85 ações acompanhadas e placar de 41 altas, 43 quedas e uma estável; no pregão anterior o giro tinha sido de R$ 16,00 bilhões. A ação do meio da lista caiu 0,10%, então a queda ficou concentrada nos pesos. A Petrobras devolveu mais do que o barril: a PETR4 fechou a R$ 48,65, abaixo dos R$ 48,92 de 14/09, com o Brent acima do ajuste daquele dia. O varejo subiu com o juro longo, com MGLU3 em alta de 6,64%, ASAI3 em alta de 4,66% e LREN3 em alta de 3,14%, e a BRKM5 caiu 15,17% depois de o UBS BB cortar a recomendação para venda. O dólar à vista fechou a R$ 5,1516, alta de 0,13%. A Allos aprovou dividendos de R$ 438 milhões em três parcelas, com a primeira data-com em 22/09. No quadro de risco, lido pelas grades das 16h37 às 16h44, BBDC4 e AXIA3 subiram para nível alto e nenhum papel desceu, e o intervalo do BOVA11 vai de R$ 179,03 a R$ 186,29 até 18/09. Maior alta MGLU3 (+6,64%); maior baixa BRKM5 (-15,17%).

15/09 · TERÇA

O índice subiu 0,54% e a alta teve dono: a Petrobras carregou o Ibovespa com o barril e a produção puxando juntos. A ordinária PETR3 subiu 3,63% e a preferencial PETR4 subiu 3,09%, com R$ 2,34 bilhões negociados, o maior volume do pregão, enquanto o Brent fechou a US$ 108,75, alta de 2,90%, no maior ajuste desde maio, com a suspensão dos carregamentos em Yanbu. No mesmo dia a agência reguladora divulgou 2,92 milhões de barris por dia em agosto, alta de 4% sobre julho, acima dos 2,77 milhões que o mercado projetava para 2027.

O Ibovespa fechou aos 186.502,64 pontos, alta de 0,54%, com giro de R$ 16,00 bilhões nas 85 ações acompanhadas e placar de 50 altas, 32 quedas e três estáveis; no pregão anterior só 21 papéis tinham subido, contra 63 em queda. A ação do meio da lista subiu 0,21%, contra 0,54% do índice, então a alta foi larga e não concentrada nos pesos. O bloco de minério e aço, que caiu junto na véspera, partiu-se ao meio: GOAU4 subiu 3,57%, USIM5 subiu 3,27% e GGBR4 subiu 3,15%, enquanto CSNA3 caiu 2,20% e VALE3 caiu 1,17%. A linha de corte é o frete, que chegou a cerca de US$ 42 por tonelada entre Brasil e China, perto de 40% do preço da tonelada segundo o BTG Pactual, contra média histórica de cerca de 20%. A alta sem causa publicada do pregão anterior ganhou causa hoje: relatório do UBS BB sobre monetização de inteligência artificial saiu às 09h27. A Weg aprovou juro sobre capital de R$ 0,107212121 por ação, com registro em 18/09. No quadro de risco, lido pelas grades das 16h26, seis papéis desceram de nível e nenhum subiu, e o intervalo do BOVA11 vai de R$ 179,28 a R$ 188,50 até 18/09. Maior alta BRKM5 (+4,91%); maior baixa AZZA3 (-2,98%).

14/09 · SEGUNDA

O índice caiu 0,91% e a manchete do dia era o petróleo, que terminou contra a própria manchete: o Brent tocou US$ 110 no intradia, a máxima em quatro meses, e devolveu quase tudo, fechando a US$ 105,68. O ouro, que deveria proteger num dia de conflito no Golfo, caiu 1,28%. As duas proteções clássicas falharam juntas, e quem derrubou a bolsa foi o título americano de dez anos, que tocou 5%, o maior nível desde outubro de 2023, com o de dois anos parado em 4,62%. Aqui, o contrato de juro futuro de janeiro de 2036 subiu 11,5 pontos-base e o de janeiro de 2027 ficou parado.

O Ibovespa fechou aos 185.500,88 pontos, queda de 0,91%, com giro de R$ 17,29 bilhões nas 85 ações acompanhadas e placar de 21 altas, 63 quedas e uma estável. A variação mediana das 85 foi de queda de 0,92% e quinze ações caíram 3% ou mais, sete delas do bloco de minério e aço. O minério de referência caiu apenas 0,48%, a US$ 97,55 a tonelada, enquanto a lucratividade das siderurgicas chinesas caiu 22,51 pontos percentuais, para 7,79%, com o pátio das usinas recebendo mais 1,41 milhão de toneladas. O Boletim Focus cortou a mediana de inflação de 2026 para 4,90%, a quarta queda seguida, e a de crescimento para 1,89%. O dólar à vista subiu 0,43%, a R$ 5,1384. O conselho da Cemig elegeu Marco Aurélio Martins da Costa Vasconcelos presidente da companhia. No quadro de risco, o preço embutido de oscilação da série de 18/09 subiu em dez papéis e caiu em dez, com mediana de 0,01 ponto, e o intervalo do BOVA11 encolheu para 2,8% para cada lado porque a série perdeu um dia útil. Maior alta TOTS3 (+4,34%); maior baixa CMIN3 (-6,85%).

11/09 · SEXTA

O índice caiu 0,56% e a ação do meio da lista caiu quase o dobro disso, no dia em que o IPCA de agosto veio a -0,32%, abaixo da projeção mais baixa. A queda mediana das 85 ações acompanhadas foi de 1,05% e a média simples, de 1,23%, contra 0,56% no índice, que é ponderado por tamanho. Os maiores pesos não caíram: ITUB4 subiu 0,90%, VALE3 ficou em -0,04% e PETR4 em -0,24%. Nos Estados Unidos, o núcleo da inflação veio a 0,3% no mês, acima dos 0,2% projetados, e a chance de alta de juro em 16/09 foi para 86,5%.

O Ibovespa fechou aos 187.206,89 pontos, queda de 0,56%, entre 186.207,69 e 188.586,47, com giro de R$ 17,53 bilhões nas 85 ações acompanhadas, 24,6% abaixo do pregão anterior, e placar de 18 altas, 66 quedas e uma estável. O IPCA de agosto veio em queda de 0,32%, com 4,22% em doze meses, puxado pela energia elétrica residencial em queda de 7,63% com o bônus de Itaipu na fatura. O dólar à vista subiu 0,29%, a R$ 5,1203. Pela manhã, o Supremo derrubou o sigilo do inquérito do banco em liquidação, com sessão do plenário marcada para 15/09. Onze ações caíram 3% ou mais e nenhuma tinha comunicado na fila da CVM. No quadro de risco, a série que forma a faixa passou a ser a mensal de 18/09, que atravessa as duas decisões de juro, e o intervalo do BOVA11 foi de 1,5% para 3,4% para cada lado. Maior alta BEEF3 (+3,77%); maior baixa HAPV3 (-8,06%).

10/09 · QUINTA

O Ibovespa virou de queda para alta de 1,42% e o juro longo caiu 11 pontos-base no dia em que o americano de dez anos foi à maior taxa desde 2023. A virada acompanhou a pesquisa AtlasIntel/Bloomberg, com empate numérico no segundo turno, e o contrato de janeiro de 2036 fechou a 14,12%, ante 14,23%, enquanto o título americano de dez anos subiu cerca de 12 pontos-base, para 4,96%. O Brent fechou a US$ 107,63, alta de 6,34%.

O Ibovespa fechou aos 188.268,59 pontos, alta de 1,42%, entre 184.601,20 e 188.538,85, o maior fechamento desde 28/04, com giro de R$ 23,26 bilhões nas 85 ações acompanhadas e placar de 77 altas e 8 quedas. O preço da proteção nas opções subiu em quinze dos vinte papéis do quadro de risco, e o BOVA11 foi ao nível alto, com faixa de R$ 182,45 a R$ 187,97 até 11/09. Bancos e varejo que depende de crédito lideraram, e a VALE3 caiu com o minério e o cobre. Maior alta ASAI3 (+7,17%); maior baixa NATU3 (-3,30%).

09/09 · QUARTA

O juro longo subiu 19,3 pontos-base e desfez num pregão o que a curva tinha feito em cinco, no mesmo trecho. O contrato para janeiro de 2031 fechou a 14,095% e o de janeiro de 2027 subiu 0,9 ponto-base, para 13,58%, vinte vezes menos, sem reunião de banco central no meio. Entraram no preço o decreto de combustíveis assinado hoje, com vigência de 10/09 a 09/10, e o Brent fechando acima de cem dólares.

O Ibovespa fechou aos 185.629,04 pontos, queda de 0,93%, entre 184.810,27 e 187.362,44, com giro de R$ 19,85 bilhões no painel e placar de 24 altas e 61 quedas, sem nenhuma estável. A máxima ficou 4,40 pontos abaixo do fechamento da véspera, ou seja, o índice não reviu aquele nível em nenhum minuto. O dólar à vista subiu 0,51%, a R$ 5,1116, e o Brent para novembro fechou a US$ 101,21, alta de 3,36%, o primeiro fechamento acima de cem dólares desde julho. O governo cortou R$ 0,63 por litro do PIS/Cofins da gasolina e renovou R$ 1,00 por litro de subvenção no diesel, de 10/09 a 09/10. No quadro de risco, a implícita da mensal caiu em catorze dos vinte papéis com leitura nas duas capturas, no dia em que o índice caiu e a curva abriu. Maior alta CSNA3 (+7,40%); maior baixa VAMO3 (-4,53%).

08/09 · TERÇA

A curva de juro caiu pelo quinto pregão seguido, e caiu três vezes mais na ponta longa do que na curta. O contrato para janeiro de 2035 cedeu 21 pontos-base, para 14,02%, e o de janeiro de 2028 cedeu 7, para 13,515%. Duas pesquisas eleitorais apertaram o segundo turno: a Quaest de 07/09 trouxe empate em 41% e a BTG/Nexus desta terça trouxe 46% contra 45%, com margem de 2 pontos nas duas.

O Ibovespa fechou aos 187.366,84 pontos, alta de 1,20%, entre 185.207,66 e 189.487,70, com giro de R$ 21,24 bilhões nos papéis do índice e placar de 69 altas, 15 quedas e uma estável. O dólar à vista caiu 0,79%, a R$ 5,0892, e o estrangeiro acumula entrada líquida de R$ 3,9 bilhões nos três primeiros pregões do mês. Lá fora, milícias houthis atingiram instalações energéticas em quatro cidades sauditas e o Brent para novembro foi a US$ 99,39 às 18h59, alta de 2,46%, enquanto Nova York fechava em queda, com o industrial perdendo 1,17%. No quadro de risco, a implícita da mensal da Cemig saltou de 24,74% para 34,63% num pregão em que a ação subiu 3,91%. Maior alta MRVE3 (+4,68%); maior baixa AZZA3 (-3,62%).

04/09 · SEXTA

A folha de pagamento americana criou 162 mil vagas contra 53 mil esperadas. O desemprego ficou em 4,1% e o dado de julho foi revisado de perda líquida de 23 mil postos para criação de 21 mil. Nova York caiu nos três índices, o juro de dois anos foi à máxima desde janeiro de 2025 e a aposta de alta na reunião deste mês saiu de meio a meio para cerca de 58%.

Aqui o dólar comercial subiu 0,50%, a R$ 5,13, mas o Ibovespa não seguiu Nova York pelo segundo pregão seguido: fechou aos 185.147,15 pontos, queda de 0,02%, entre 183.251,93 e 186.544,81, com giro de R$ 17,70 bilhões e placar de 41 altas, 43 quedas e uma estável. Na semana o índice subiu 5,40%, a segunda melhor de 2026. E a União Europeia suspendeu desde 03/09 a entrada de produtos de origem animal do Brasil, cerca de US$ 1,84 bilhão em exportações anuais. Maior alta IRBR3 (+4,64%); maior baixa BRAV3 (-4,18%).

03/09 · QUINTA

A bolsa subiu 1,99% e devolveu tudo no mesmo pregão. O Ibovespa fechou aos 185.188,13 pontos, queda de 0,01%, e interrompeu uma sequência de onze altas que rendeu 11,34%. A diferença para o fechamento anterior foi de 16,96 pontos, mas o índice bateu 188.891,50 na máxima e 184.718,36 na mínima.

Foram 4.173 pontos entre as duas pontas, ou 2,26% do fechamento, com 56 altas, 28 quedas e uma estável entre as 85 ações e giro de R$ 26,20 bilhões, queda de 12,4% sobre a véspera. O índice só ficou de lado por composição: mineração e petróleo, que somam pouco menos de um quarto da carteira, caíram enquanto a maioria subia. A CSN comunicou a troca do presidente-executivo e chegou a R$ 7,17 na máxima antes de fechar a R$ 6,38, e o seguro do papel continuou no nível normal, com razão de 1,07. O fundo que replica o índice tocou R$ 186,01, dois centavos acima do teto da faixa publicada em 02/09, e fechou dentro dela. Maior alta HAPV3 (+6,70%); maior baixa PRIO3 (-4,52%).

02/09 · QUARTA

A faixa de risco furou em bloco, e todas para o mesmo lado. Dez dos 21 papéis do quadro fecharam fora do intervalo que vence na sexta, e as dez furaram para cima, faltando dois pregões. O Ibovespa subiu 3,05%, aos 185.205,09 pontos, na maior alta diária desde 23/03.

Foram 82 altas contra 3 quedas entre as 85 ações, com giro de R$ 29,92 bilhões contra R$ 21,62 bilhões na véspera. O gatilho apontado foi a pesquisa Quaest, com 42% e 41% no segundo turno, dentro da margem de erro, no MESMO dia em que a produção industrial de julho veio com queda de 0,5% na comparação anual. Há ainda um mecanismo de opções relatado no mercado que explica o furo em bloco. Maior alta: MGLU3 (+16,88%); maior baixa: CSAN3 (-4,53%).

01/09 · TERÇA

A bolsa subiu no dia do bombardeio, e o PIB bom veio de onde o juro não chega. O Ibovespa fechou aos 179.722,48 pontos, alta de 1,30%, a décima seguida, com 68 das 85 ações em alta, no mesmo pregão em que o Dow Jones caiu 0,79%, o S&P 500 recuou 0,71% e o Nasdaq perdeu 1,03%.

As forças americanas atacaram alvos da Guarda Revolucionária no Irã às 13h e o Brent fechou a US$ 91,28, no maior patamar desde julho: onde o petróleo entra como custo derrubou bolsa, onde entra como receita sustentou, e a PETR4 sozinha girou R$ 2,31 bilhões. O PIB do segundo trimestre veio 0,5%, acima da mediana de 0,4%, mas a agropecuária subiu 2,8% e o consumo das famílias caiu 0,4%. Maior alta: CSNA3 (+7,89%); maior baixa: MGLU3 (-3,95%).

31/08 · SEGUNDA

O dinheiro que entrou comprou o que estava mais barato, e não o que a notícia do dia favorecia. A dívida bruta do governo geral chegou a 82,5% do PIB em julho, ou R$ 10,9 trilhões, o maior nível desde abril de 2021, e o superávit primário do setor público consolidado veio em R$ 1,361 bilhão contra R$ 5,6 bilhões esperados. Dado fiscal pior que o projetado costuma vender moeda local, e o dólar à vista caiu 0,14%, para R$ 5,185200. A explicação está no fluxo: o Bank of America registrou entrada de R$ 3,2 bilhões de estrangeiros na bolsa brasileira na semana passada, revertendo parte dos cerca de R$ 22 bilhões retirados em agosto. A prova está em quem subiu. A notícia do dia era barril a US$ 90,49, alta de 2,7% depois do ataque americano à ilha iraniana de Larak e da resposta do Irã, e 60,4% de chance de alta de juro nos Estados Unidos, o que favorece petróleo e aperta crédito. A PETR4 subiu 3,38%, como a conta previa, mas as maiores altas foram JHSF3, MRVE3 e CYRE3, justamente o bloco mais castigado do mês, com as cinco construtoras somando 4,07% de média. O Ibovespa fechou aos 177.418,78 pontos, alta de 1,00%, a nona alta seguida, com R$ 23,15 bilhões girados e 61 das 85 ações em alta. Maior alta: JHSF3, com 6,75%. Maior baixa: EMBJ3, com 1,82%.

O Ibovespa subiu 1,00% nesta segunda, aos 177.418,78 pontos, na nona alta seguida, com R$ 23,15 bilhões negociados em 1.335.514 negócios, um giro 58% maior que o de sexta e o fim de uma sequência de três pregões de volume caindo. Entre as 85 ações acompanhadas foram 61 altas, 21 quedas e 3 estáveis, e 42 renderam mais que o índice; nas duas sessões anteriores o índice tinha subido com a maioria dos papéis em queda. O Banco Central divulgou dívida bruta do governo geral de 82,5% do PIB em julho, o maior nível desde abril de 2021, com os juros nominais apropriados somando 0,8 ponto do avanço do mês e as emissões líquidas 0,2 ponto, e superávit primário do setor público consolidado de R$ 1,361 bilhão. Em 27/08 o Tesouro havia publicado R$ 10,8 bilhões para o mesmo mês, mas para o Governo Central; a diferença de cerca de R$ 9,4 bilhões entre as duas medidas é o resultado de estados, municípios e estatais. O Brent fechou a US$ 90,49 por barril, alta de 2,7%, e os oito papéis do bloco de petróleo e combustíveis subiram, com média de 3,06%. A JHSF3 negociou o primeiro pregão sem o direito ao dividendo mensal de R$ 0,06854 por ação e mesmo assim foi a maior alta do dia. Agosto terminou com queda de 0,33% no índice, e o ano acumula alta de 10,11%. Maior alta: JHSF3 (+6,75%); maior baixa: EMBJ3 (-1,82%).

28/08 · SEXTA

O mercado ouviu o discurso e reprecificou em minutos. O presidente do Federal Reserve disse em Jackson Hole que a inflação é a parte mais preocupante do mandato do banco central e que a meta de 2% é um alvo firme e fixo, sem dar data nenhuma. A chance atribuída a uma alta de juro em setembro saltou de 36% para 57% durante a própria fala, o juro do título de dois anos subiu de 4,20% para 4,34% e o ouro caiu 2,88%. Aqui o dólar à vista subiu 0,62% para R$ 5,194400, a maior alta do mês. O Ibovespa fechou aos 175.664,62 pontos, alta de 0,30%, a oitava alta seguida, com R$ 14,63 bilhões girados e 45 das 85 ações em queda. A separação foi limpa: bancos subiram 0,68% com 12 dos 14 papéis do setor em alta, porque juro alto por mais tempo abre a margem deles, e o bloco de consumo e construção caiu 1,00% com 16 dos 20 papéis em baixa. No mesmo dia o Caged registrou 58.568 vagas formais em julho, contra cerca de 112 mil esperados, um dia depois de o desemprego bater a menor taxa da série para o período. Saiu também o primeiro placar do Radar de Risco: 20 dos 21 papéis fecharam dentro da faixa que o mercado pagou. Maior alta: BRKM5, com 3,08%. Maior baixa: MRVE3, com 5,12%.

O Ibovespa subiu 0,31% nesta quinta, aos 175.135,41 pontos, na sétima alta seguida, com R$ 15,42 bilhões negociados contra R$ 19,26 bilhões na véspera, uma queda de 20% no giro. Entre as 85 ações acompanhadas foram 39 altas, 43 quedas e 3 estáveis, e 30 papéis renderam mais que o índice: o índice subiu com a maioria das ações caindo, porque índice ponderado por tamanho sobe quando os pesados sobem. De manhã o IBGE divulgou desemprego de 5,3% no trimestre encerrado em julho, a menor taxa da série histórica para o período, com população ocupada recorde de 103,3 milhões e 5,8 milhões de desocupados. A PETR4 sozinha girou R$ 1,82 bilhão, quase 12% do dinheiro do pregão, e subiu 3,02%. O mesmo desenho apareceu em Nova York no mesmo dia: dos onze setores americanos apenas tecnologia subiu, com 3,16%, e ainda assim o índice amplo fechou em alta de 0,72%. A BRKM5 fechou o ciclo de três pregões com alta de 19,89%, depois que a Petrobras e a companhia elevaram o limite de crédito comercial entre as duas de R$ 350 milhões para R$ 2,35 bilhões, o que é prazo de fornecedor e não capitalização. Maior alta: BRKM5 (+19,89%); maior baixa: HYPE3 (-3,45%).

27/08 · QUINTA

O emprego bateu recorde, o índice subiu 0,31% e 43 das 85 ações caíram. O IBGE divulgou taxa de desemprego de 5,3% no trimestre encerrado em julho, a menor da série histórica para o período, com população ocupada recorde de 103,3 milhões de pessoas. O Ibovespa fechou aos 175.135,41 pontos, alta de 0,31%, a sétima alta seguida, com R$ 15,42 bilhões girados, contra R$ 19,26 bilhões na véspera. Por dentro, porém, foram 39 altas contra 43 quedas e 3 estáveis entre as 85 ações acompanhadas. Não é contradição: o índice pesa cada ação pelo tamanho dela e não conta cabeça, e a Petrobras sozinha girou R$ 1,82 bilhão, quase 12% do dinheiro do pregão, subindo 3,02%. O bloco de commodity fechou com média de alta de 0,95% e o de consumo e juro com média de queda de 0,02% e 13 dos 20 papéis em baixa, porque emprego recorde sustenta salário, salário sustenta preço de serviço e serviço é o que o Copom acompanha para cortar a Selic. Em Nova York o desenho foi idêntico e mais extremo: dos onze setores apenas tecnologia subiu, com 3,16%, e os outros dez caíram. Maior alta: BRKM5, com 19,89%, depois de a Petrobras elevar o crédito comercial entre as duas de R$ 350 milhões para R$ 2,35 bilhões. Maior baixa: HYPE3, com 3,45%.

O Ibovespa subiu 0,30% nesta sexta, aos 175.664,62 pontos, na oitava alta seguida, com R$ 14,63 bilhões negociados, o terceiro pregão seguido de queda no giro, e placar de 40 altas contra 45 quedas entre as 85 ações acompanhadas. O dia foi decidido por um discurso: o presidente do Federal Reserve afirmou em Jackson Hole que a inflação é a parte mais preocupante do mandato do banco central e que a meta de 2% é um alvo firme e fixo, sem dar data nenhuma, e o mercado reprecificou durante a própria fala. A chance atribuída a uma alta de juro em setembro saltou de 36% para 57%, o juro do título americano de dois anos subiu de 4,20% para 4,34% e o de dez anos foi a 4,73%, com o ouro caindo 2,88% e a prata 3,49%. Aqui o dólar à vista subiu 0,62% para R$ 5,194400, a maior alta do mês, e a separação da bolsa foi limpa: o bloco financeiro subiu 0,68% com 12 dos 14 papéis em alta, enquanto o de consumo e construção caiu 1,00% com 16 dos 20 papéis em baixa. No mesmo dia o Caged registrou 58.568 vagas formais em julho, contra cerca de 112 mil esperados, um dia depois de o desemprego bater a menor taxa da série para o período. Saiu também o primeiro placar do Radar de Risco, com 20 dos 21 papéis fechando dentro da faixa que o mercado pagou. Maior alta: BRKM5 (+3,08%); maior baixa: MRVE3 (-5,12%).

26/08 · QUARTA

A prévia da inflação veio melhor que o esperado e quem mais depende de juro foi quem mais caiu, com o Ibovespa parado em 174.586 pontos e o placar virando de 73 contra 12 para 43 contra 38

O Ibovespa fechou praticamente estável nesta quarta, aos 174.586,26 pontos, alta de 0,01%, com R$ 19,26 bilhões negociados em 1.365.192 negócios. Entre as 85 ações que o Radar acompanha, 43 subiram, 38 caíram e 4 ficaram estáveis, contra 73 altas e 12 quedas na véspera: o índice ficou parado e quase tudo dentro dele trocou de lado. De manhã o IBGE divulgou a prévia de inflação de agosto com queda de 0,40%, mais que a estimativa de mercado de 0,31%, levando o acumulado em doze meses a 4,24% ante 4,52% nos doze meses anteriores. Mesmo assim, os papéis que lideraram a alta de 1,55% da véspera foram os que mais caíram: o Assaí recuou 6,58%, a Cyrela 2,59%, as Lojas Renner 2,53% e a Direcional 2,48%. A explicação está na composição do número: o grupo que mais puxou a queda foi Habitação, com 1,41%, por causa do repasse do bônus de Itaipu nas contas de luz, que é um crédito pontual e sai da base de comparação depois, enquanto Despesas pessoais, onde ficam os serviços, foi o grupo que mais subiu, com 0,66%. No mesmo dia, lá fora, o índice de preços que o banco central americano acompanha veio acima do esperado, com o juro de dez anos subindo de 4,64% para 4,66%. O petróleo interrompeu quatro pregões seguidos de queda, com o Brent em US$ 86,68, depois de o estoque comercial americano subir apenas 100 mil barris contra os 4,2 milhões previstos pela prévia da indústria. Depois do fechamento, a Nvidia divulgou receita de US$ 96,2 bilhões, contra US$ 92,3 bilhões projetados. Maior alta: MGLU3 (+3,74%); maior baixa: BRKM5 (-14,36%).

25/08 · TERÇA

A mesma empresa subiu em Nova York e caiu 13,11% em São Paulo, e a diferença é uma regra de índice, enquanto o Ibovespa subia 1,55% aos 174.576 pontos com 73 das 85 ações em alta

O Ibovespa subiu 1,55% nesta terça, aos 174.576,80 pontos, com R$ 20,42 bilhões negociados em 1.411.791 negócios. Entre as 85 ações que o Radar acompanha, 73 subiram, 12 caíram e nenhuma ficou estável, e 52 renderam mais que o índice. Na segunda tinham sido 54 altas contra 29 quedas, ou seja, a alta de hoje teve quase o dobro da largura, com giro maior. A maior baixa do dia não foi mercado: a petroquímica fechou a R$ 4,11, queda de 13,11%, com 27.687.300 papéis negociados, porque a B3 comunicou na segunda que as duas classes saem de dezoito carteiras teóricas a partir desta terça, entre elas o Ibovespa, por classificação em recuperação extrajudicial. A exclusão acontece pelo preço de fechamento do pregão regular e o peso é redistribuído proporcionalmente entre os demais papéis de cada carteira, então todo fundo que replica essas carteiras teve de vender na data. O recibo da mesma empresa negociado em Nova York subia mais de 4% no pré-mercado desta terça. Lá fora, o petróleo caiu pelo quarto pregão seguido, com o Brent a US$ 85,88, queda de 5,15%, e o americano a US$ 81,11; na sexta o Brent valia perto de US$ 94. Foi essa queda que empurrou para cima quem depende de juro, e por isso o varejo alavancado subiu 9,13%, a construtora de baixa renda 7,49% e a locadora de veículos 5,79% no mesmo dia em que a estatal do petróleo caiu 1,80%. A conferência mecânica dos 85 fechamentos achou um dividendo sozinha: 84 papéis bateram com o fechamento de ontem e o único fora foi a distribuidora de combustíveis, com ajuste medido de R$ 1,00 exato por ação, batendo com o valor anunciado. Maior alta: MGLU3 (+9,13%); maior baixa: BRKM5 (-13,11%).

24/08 · SEGUNDA

Pediram escolta de guerra no Estreito de Ormuz e o petróleo caiu 2,5%, enquanto o Ibovespa subia 0,51% aos 171.906 pontos com bem menos ações participando do que na sexta

O Ibovespa subiu 0,51% nesta segunda, aos 171.906,72 pontos, com R$ 18,76 bilhões negociados em 1.410.244 negócios. Entre as 85 ações que o Radar acompanha, 54 subiram, 29 caíram e 2 ficaram estáveis, e 39 renderam mais que o índice. Na sexta tinham sido 75 altas contra 7 quedas, ou seja, a alta de hoje veio de poucas empresas grandes. À tarde, o secretário do Tesouro dos Estados Unidos detalhou o plano de sanções contra o Irã, que atinge quem faz negócio com o país, e pediu uma coalizão internacional para escoltar navios petroleiros pelo Estreito de Ormuz. A reação esperada seria petróleo em alta; o Brent fechou a US$ 92,06, queda de 2,5%, caindo mais do que caía pela manhã, quando cedia 1,8%. O motivo é direto: escoltar navio é garantir que o petróleo passa, e era o medo de ele parar de passar que estava embutido no preço havia semanas. A conta chegou de novo na Ásia, com a bolsa da Coreia do Sul caindo 3,12%, e em Nova York a bolsa de tecnologia recuou 0,8% com as ações de chip. O que segurou a bolsa brasileira foi política: saiu a segunda pesquisa eleitoral em três pregões, com 46% contra 45% no segundo turno, ante 47% contra 44% na semana anterior, e a diferença que era de cinco pontos na sexta caiu para um. Uma conta simples sobre os fechamentos encontrou três dividendos sem consultar notícia nenhuma: 82 das 85 ações bateram com o fechamento de sexta, e as três que não bateram são exatamente as que ficaram hoje sem o direito ao dividendo, com R$ 1,2162 por ação nas duas classes da Petrobras e R$ 0,2918 na Allos. Maior alta: YDUQ3 (+12,83%), depois de a empresa confirmar que negocia fusão com uma concorrente; maior baixa: BRKM5 (-6,71%), com o prazo da proteção judicial vencido e o pedido de acordo com credores aprovado pelo conselho.

21/08 · SEXTA

O Ibovespa sobe 1,85% aos 171.031 pontos com 75 das 85 ações acompanhadas em alta e as duas maiores ações da bolsa fora do movimento, num dia em que o juro longo daqui caiu e o americano subiu

O Ibovespa subiu 1,85% nesta sexta, aos 171.031,73 pontos, com R$ 22,61 bilhões girados em 1.554.512 negócios, e desta vez o número do índice conta a mesma história que o painel. Entre as 85 ações que o Radar acompanha, 75 subiram, 7 caíram e 3 ficaram estáveis, contra 35 altas e 49 quedas no pregão anterior, e 46 papéis renderam mais que o índice, contra 34 na véspera. É a inversão completa do dia anterior. O gatilho foi doméstico e tem hora marcada: os juros futuros cederam em toda a curva, com o contrato de janeiro de 2036 fechando em 14,500%, queda de 17 pontos-base, e o de janeiro de 2029 em 14,160%, queda de 10,5, na expectativa de que a pesquisa de intenção de voto divulgada à noite mostrasse disputa mais apertada. Ela saiu às 19h02, depois do fechamento do pregão, com 47% contra 43% no segundo turno, ante 48% contra 43% em 24 de julho, dentro da margem declarada de dois pontos. No mesmo dia o juro do título americano de dez anos subiu 3,8 pontos-base, para 4,744%, e o de trinta anos ficou em 5,28%, o que inverte o canal habitual entre os dois mercados. A prova de que a alta foi de dentro está no painel: a Petrobras fechou em queda de 0,05%, a R$ 44,30, no último pregão com direito ao provento de R$ 1,34814262 por ação, e a Vale subiu 1,36%, a R$ 75,03, abaixo do índice, com o minério praticamente parado em Dalian. O cabeçalho de bancos fechou em alta de 2,67%, o mais forte do painel, revertendo inteira a queda de 0,80% da véspera. A cesta que liderou é uma só: negócio endividado ou negócio que depende de o cliente conseguir crédito. O aço andou para os dois lados no mesmo dia, com as duas siderúrgicas de perfil doméstico subindo quase 8% enquanto a maior exportadora do grupo ficou estável e a holding que a controla caiu, porque uma responde ao juro daqui e a outra ao acordo tarifário sobre aço fechado nesta semana entre os Estados Unidos e o Canadá. A agência reguladora de saúde suplementar suspendeu os efeitos da própria medida cautelar sobre a operadora do painel, depois de reunião com a diretoria. Lá fora, Nova York subiu no dia e fechou a semana em queda nos três índices, com o ouro a US$ 4.621,01 a onça, o bitcoin na melhor semana em dois anos e o índice da moeda americana no menor nível desde 14 de maio. No Radar de Risco, as opções de agosto venceram e as vinte faixas com leitura publicadas em 20/08 viraram placar: oito fecharam dentro e doze fora, e as doze romperam o teto, nenhuma o piso, com a meia-faixa mediana paga em 2,00% contra movimento absoluto mediano de 2,09%. Maior alta do dia: VAMO3, com 10,48%. Maior baixa: EMBJ3, com 1,01% negativos.

20/08 · QUINTA

O Ibovespa fecha em alta de 0,06% aos 167.927 pontos e 49 das 85 ações acompanhadas caem, com a alta vindo de dois pesos de commodity contra o bloco financeiro inteiro em queda

O Ibovespa subiu 0,06% nesta quinta, aos 167.927,15 pontos, com R$ 20,60 bilhoes girados em 1.678.321 negocios, e o numero do indice e o dado menos informativo do dia. Entre as 85 acoes que o Radar acompanha, 35 subiram, 49 cairam e uma ficou estavel, contra 62 altas e 22 quedas no pregao anterior; apenas 34 papeis bateram o indice. A inversao foi completa em um dia e o indice terminou praticamente no mesmo lugar, porque a carteira e ponderada por valor de mercado: dois pesos grandes subindo mais de 2,6% compensam dezenas de papeis menores caindo. A Petrobras fechou em alta de 2,81%, a R$ 44,32, com R$ 1,99 bilhao girado, o maior volume da bolsa, e a Vale em alta de 2,62%, a R$ 74,02, com R$ 1,84 bilhao. Do outro lado ficou o bloco financeiro inteiro: pelo cabecalho de setor dos prints, bancos fecharam em queda de 0,80% e seguros e seguridade em alta de 0,19%. O Itau fechou em queda de 2,24% e foi a maior baixa entre os bancos, com R$ 1,04 bilhao girado, seguido de Bradesco em 1,69%, Itausa em 1,53% e BTG Pactual em 1,29%. Dois choques independentes chegaram no mesmo pregao. O primeiro e geopolitico: Washington anunciou medidas economicas contra o Ira e ameacou consequencias a paises e empresas que mantenham comercio com Teera, e o Brent subiu cerca de 2%, para perto de US$ 93,8, no quinto pregao seguido de alta. O segundo e de dado: o indice industrial da regiao da Filadelfia marcou 47,4 pontos em agosto contra 24,1 esperados, e os pedidos semanais de auxilio-desemprego cairam a 206 mil contra 210 mil projetados. Atividade forte reduz a chance de corte de juro, o rendimento americano de dez anos subiu quatro pontos-base para 4,69%, o de trinta anos foi a 5,24% e as tres bolsas de Nova York fecharam em queda, com o indice amplo em 0,87% negativos. O alivio produzido pela recompra de divida longa anunciada em 19/08 durou exatamente um pregao. A conferencia mecanica dos 85 papeis desta edicao fechou uma divergencia antiga: o preco implicito de cada papel bateu com o fechamento de ontem em 83 nomes, e os dois que ficaram fora sao justamente Gerdau e a holding que a controla, com diferenca de exatamente R$ 0,23 e R$ 0,11 por acao, os valores do aviso aos acionistas. No Radar de Risco, sete dos vinte e um ativos estao em risco alto contra um unico ontem, e a implicita da siderurgica nao cedeu depois de o papel passar a negociar sem o direito. Maior alta do dia: BEEF3, com 7,00%. Maior baixa: VAMO3, com 8,49% negativos.

19/08 · QUARTA

O Ibovespa quebra onze quedas seguidas e sobe 0,90% aos 167.830 pontos, mas devolve quase sessenta por cento da alta ao longo da tarde, com a siderurgia virando de alta para as maiores quedas do dia

O Ibovespa subiu 0,90% nesta quarta, aos 167.830,27 pontos, encerrando onze sessoes seguidas de baixa, a maior sequencia desde 2023, que custou 6,55% ao indice, com R$ 19,60 bilhoes girados em 1.362.237 negocios. O dado do dia esta na trajetoria do indice. As 11h13 o indice marcava alta de 2,13%, aos 169.870,48 pontos, segundo apuracao de veiculos de mercado; ao meio-dia marcava 1,41%; fechou com 0,90%. Sao 2.040 pontos entre a maxima apurada e o fechamento, e quatorze das 85 acoes do Radar trocaram de sinal no caminho: o placar passou de 73 altas e 12 quedas ao meio-dia para 62 altas, 22 quedas e uma estavel. A alta foi devolvida por um setor especifico. Seis dos sete papeis de mineracao e siderurgia fecharam abaixo do que marcavam ao meio-dia: a Gerdau saiu de alta de 0,21% para queda de 5,21%, a Metalurgica Gerdau de 0,74% para queda de 4,60%, a Usiminas de 1,92% para queda de 0,96% e a Bradespar de 1,98% para queda de 0,20%. No mesmo bloco a Vale subiu 0,81% e a CSN Mineracao 2,25%, o que mostra que minerio e aco longo dependem de coisas diferentes apesar do mesmo rotulo de setor: um depende da demanda chinesa e o outro da obra brasileira. Antes de atribuir a queda ao dividendo, a conta: Gerdau e Metalurgica Gerdau ficam sem o direito em 20/08, com R$ 0,23 e R$ 0,11 por acao, o que vale cerca de 1% sobre os precos de fechamento, e nenhuma das duas publicou comunicado ao mercado na janela de coleta. No sentido contrario, a proteina ganhou forca ate o fim, e ai existe uma oferta de compra com valor definido: a JBS propos em 18/08 trocar 2,086 acoes classe A dela por cada acao da Pilgrim's Pride que ainda nao possui, para fechar o capital da americana, que subiu 9,34% na Nasdaq; aqui a MBRF fechou em 7,65% e a Minerva Foods em 6,57%. O maior peso do indice ficou de fora pelo segundo pregao: bancos fecharam em 0,03% e seguros em queda de 0,64%, contra 0,90% do indice. A ata da reuniao de julho do Federal Reserve saiu as 15h, com manutencao entre 3,50% e 3,75% por nove votos a tres e os tres dissidentes pedindo juro maior, e nao mudou o ritmo da tarde. No Radar de Risco, a implicita da serie de 21/08 do BOVA11 caiu de 16,23% para 16,08% num dia de alta, com razao parada em 0,92: a bolsa subiu e o seguro dela nao encareceu. Maior alta do dia: CSAN3, com 8,31%. Maior baixa: MGLU3, com 5,37% negativos.

18/08 · TERÇA

O Ibovespa vira do positivo no meio da tarde e emenda a decima primeira queda seguida aos 166.334 pontos, com varejo e servico liderando as perdas depois de duas noticias sobre custo de folha

O Ibovespa caiu 0,27% nesta terca, aos 166.334,86 pontos, na decima primeira sessao seguida em baixa, a sequencia mais longa desde agosto de 2023, com R$ 15,3 bilhoes girados em 1.268.175 negocios. A informacao do dia esta na virada: ao meio-dia o indice estava em alta de 0,09%, com 52 das 85 acoes do Radar em queda; no fechamento sao 61 em queda, 22 em alta e duas estaveis, ou seja, nove acoes mudaram de lado depois do almoco. Nesse intervalo entraram duas noticias sobre a mesma linha de despesa. O Grupo Casas Bahia protocolou pedido de recuperacao judicial na Justica de Sao Paulo envolvendo R$ 17,3 bilhoes em obrigacoes com bancos, fundos, seguradoras, fornecedores, aluguel e verbas trabalhistas, depois de prejuizo liquido de R$ 10,1 bilhoes no segundo trimestre, do fechamento de 298 lojas e do desligamento de cerca de 3 mil pessoas em agosto. E a presidencia do Senado despachou para a Comissao de Constituicao e Justica a proposta de emenda que reduz a jornada maxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais, com transicao de 14 meses. O recibo esta em quem caiu: C&A 5,87% negativos, Renner 3,45% negativos, Smart Fit 3,21% negativos e Assai 2,95% negativos, todas sem comunicado proprio na data e todas com loja aberta sete dias por semana. O contraexemplo que impede a leitura preguicosa esta na mesma lista: o Magazine Luiza subiu 1,18%, porque para quem fica no jogo o concorrente em recuperacao judicial e noticia boa. No Radar de Risco, a serie de opcoes que vence em 21/08 marca volatilidade implicita de 16,23% para o BOVA11 contra historica de 17,60% do proprio papel, razao de 0,92 ante 0,94 na captura de 17/08, ou seja, na decima primeira queda o seguro do indice ficou mais barato. Fora daqui, o indice de tecnologia americano recuou 1,33%, o Stoxx 600 europeu caiu 0,69% e o Nikkei desabou 2,54%, com o Brent fechando acima de US$ 91 em meio a versoes oficiais opostas sobre o Estreito de Ormuz. O Tesouro Nacional vendeu todos os 1,2 milhao de titulos indexados a inflacao ofertados, R$ 5,20 bilhoes, no maior leilao dessa classe desde abril. Maior alta do dia: HAPV3, com 3,04%. Maior baixa: CEAB3, com 5,87% negativos.

17/08 · SEGUNDA

O Ibovespa cai pela decima vez seguida aos 166.783 pontos e o seguro contra queda do indice fica mais barato, com o juro de trinta anos nos Estados Unidos na maxima desde 2007

O Ibovespa caiu 0,09% nesta segunda, aos 166.783,57 pontos, na decima sessao seguida em baixa, a sequencia negativa mais longa desde agosto de 2023, com R$ 18,18 bilhoes girados em 1.326.706 negocios; agosto ainda nao registrou um unico pregao de alta. A contagem por dentro do painel foi favoravel e o indice caiu assim mesmo: entre os 85 papeis, 42 subiram, 39 cairam e quatro ficaram estaveis, porque o peso do dia esteve com os bancos, que cairam em bloco depois de o Banco Central detalhar limites de expansao de ativos, regras de garantias em captacoes e de uso do fundo garantidor. O dado que muda a leitura do dia nao esta no indice, esta no preco da protecao: a serie de opcoes que vence em 21/08 marca volatilidade implicita de 16,86% para o BOVA11 contra volatilidade historica de 17,99% do proprio papel, razao de 0,94, ou seja, depois de dez quedas o seguro do indice inteiro custa menos do que o indice costuma andar. A pressao veio de fora: o titulo de trinta anos do Tesouro americano passou a pagar 5,31%, alta de seis pontos-base e o maior juro desde 2007, e os dados da B3 apontam saida liquida de R$ 15,6 bilhoes de capital estrangeiro em agosto ate o dia 13. O dolar a vista fechou a R$ 5,2050, queda de 0,35%, na terceira baixa seguida do dolar contra as principais moedas. No petroleo, o Brent fechou perto de US$ 90,87, alta de 2,65%, confirmando no fim do dia o movimento que a bolsa daqui ja tinha comprado pela manha, no dia em que o memorando que mantinha o Estreito de Ormuz aberto expirou sem prorrogacao e o trafego de carga ficou em zero navio no domingo. No Radar de Risco, vinte dos vinte e um fechamentos ficaram dentro das faixas publicadas em 14/08, e a excecao foi a PRIO, que fechou R$ 0,19 acima do teto, justamente o papel com a protecao mais barata do quadro. Maior alta do dia: MGLU3, com 8,18%. Maior baixa: JHSF3, com 4,53% negativos.

14/08 · SEXTA

O Ibovespa cai pela nona vez seguida aos 166.934 pontos, o petróleo sobe mais de 5% na semana e o seguro contra queda não encarece

O Ibovespa caiu 0,10% nesta sexta, aos 166.934,20 pontos, na nona sessão seguida em baixa, a sequência mais longa desde agosto de 2023 segundo levantamento da Elos Ayta com dados da B3, com R$ 22,35 bilhões girados e 1.837.945 negócios; somadas, as nove sessões acumulam 6,21%. Entre os 85 papéis, 31 subiram, 52 caíram e dois ficaram estáveis. O dia foi de vencimento das séries semanais de opções, e com ele venceram as nove faixas que o Radar de Risco publicou em 13/08: oito contiveram o fechamento e só a do Itaú furou, com o papel encerrando a R$ 39,00 contra um teto de R$ 38,84, sendo que às 16h30 ele estava em R$ 38,51 e o preço médio do pregão inteiro foi R$ 38,41, ou seja, a alta nasceu no leilão de fechamento. No mercado de opções, a série mensal do BOVA11 marca volatilidade implícita de 18,11% contra histórica de 18,42%, razão de 0,98, o que mostra o seguro do índice no preço de sempre no nono pregão de queda. Lá fora o Brent fechou a US$ 88,52, alta de 1,7% no dia e de mais de 5% na semana com o Estreito de Ormuz bloqueado, e as petroleiras daqui mal se mexeram. A Braskem saiu de alta de 8% para queda de 7,68% após o balanço e foi a maior baixa; o IRB foi a maior alta, com 5,78%.

13/08 · QUINTA

O balanço do Banco do Brasil vem acima do esperado e a ação cai 4,16%, com o índice na oitava queda seguida aos 167.100 pontos

O Ibovespa caiu 0,23% nesta quinta, aos 167.100,95 pontos, na oitava sessão seguida em baixa, a maior sequência em três anos, com R$ 22,44 bilhões girados e 1.694.570 negócios. A variação pequena escondeu um pregão de dispersão rara: foram 41 altas, dois estáveis e 42 quedas entre os 85 papéis, com 47,4 pontos percentuais entre as pontas, e nove dos dez extremos divulgaram balanço nesta janela. O papel do dia foi o Banco do Brasil, que reportou lucro ajustado de R$ 3,9 bilhões, acima dos R$ 3,6 bilhões projetados, operou perto da estabilidade a manhã inteira e caiu 4,16% à tarde, durante a teleconferência, quando a diretoria informou que as provisões devem ficar na ponta alta das estimativas e o lucro na ponta baixa; a inadimplência acima de 90 dias foi a 5,61% em junho, contra 3,96% um ano antes. Na saúde, os dois lados da mesma conta andaram em sentidos opostos, com a Hapvida em queda de 33,09% e sinistralidade de 75,2% contra a Rede D’Or em alta de 6,31% e Ebitda 18,2% maior. A MRV subiu 14,29% no dia em que reportou prejuízo de R$ 626,3 milhões, porque a perda veio de baixa contábil na subsidiária dos Estados Unidos enquanto a operação brasileira lucrou R$ 155 milhões. Lá fora a inflação ao produtor americana ficou estável em julho, abaixo do esperado, e a aposta de alta de juro em setembro recuou para perto de 40%, sem que o alívio chegasse aqui. No Radar de Risco, a série de opções do banco público que vence em 14/08 saiu de 91,21% de volatilidade implícita para 44,03% em um único dia, e a faixa publicada na véspera conteve o fechamento. A MRV foi a maior alta e a Hapvida a maior baixa do painel.

12/08 · QUARTA

O índice fica parado aos 167.491 pontos e a bolsa inteira troca de lado, com quase doze pontos separando quem vende para fora de quem vende aqui dentro

O Ibovespa caiu 0,23% nesta quarta, aos 167.491,07 pontos, na sétima queda seguida, com R$ 24,18 bilhões girados, e a variação pequena escondeu o pregão: foram 29 altas, quatro estáveis e 51 quedas entre os 84 papéis, com 11,80 pontos percentuais entre a maior alta e a maior baixa. As cinco maiores altas foram Embraer (+4,00%), CSN Mineração (+3,95%), Gerdau (+2,98%), Metalúrgica Gerdau (+2,81%) e Suzano (+2,65%), todas empresas que faturam em moeda estrangeira; as cinco maiores baixas foram Braskem (-7,80%), Direcional (-4,72%), Totvs (-4,15%), C&A (-3,34%) e Azzas (-2,70%), todas dependentes do consumo e do crédito daqui. Lá fora a inflação ao consumidor dos Estados Unidos subiu 0,1% em julho e desacelerou para 3,4% em doze meses, segunda queda seguida, com o núcleo em 2,5%; mesmo assim o dólar subiu 0,42% aqui, a R$ 5,1968. O bloco de metais, que na véspera tinha se partido ao meio, fechou inteiro do mesmo lado, e o que uniu as duas pontas foi o câmbio. O saneamento foi o único setor em alta, com 0,37%, depois de ter sido o pior de ontem. No Radar de Risco, a proteção do índice ficou a mais barata do quadro enquanto a série que vence sexta embutia movimento de 8,2% para o Banco do Brasil, que reportou hoje à noite junto de Sabesp, Suzano, Braskem, Hapvida, Rede D’Or e Equatorial. Amanhã, as vendas no varejo de junho e a apresentação do banco público às 9h. Maior alta EMBJ3 (+4,00%); maior baixa BRKM5 (-7,80%).

11/08 · TERÇA

O petróleo testou os dois lados e o Ibovespa caiu nos dois, aos 167.875 pontos, queda de 2,50% e menor fechamento desde janeiro, com o JP Morgan cortando o alvo do índice para 185.000 pontos

O Ibovespa caiu 2,50% nesta terça, aos 167.874,64 pontos, perdeu 4.305 pontos no dia e fechou no menor patamar desde 20 de janeiro, com 77 quedas e sete altas entre os 84 papéis do painel, sem nenhum estável e com amplitude de 9,55 pontos percentuais. O pregão ofereceu um teste raro: pela manhã, com o barril em queda depois do sinal do Catar sobre Ormuz, o índice já caía 1,69%; à tarde o Irã reafirmou o bloqueio, a Casa Branca cobrou compensação por danos de guerra, o Brent virou e fechou em alta de 1,4%, a US$ 88,91, quinta valorização seguida, e a bolsa ampliou a perda. Quando o mesmo ativo cai nos dois cenários de uma variável, a causa é outra, e ela apareceu por escrito: o JP Morgan levou a bolsa brasileira de acima da média para neutra e cortou o alvo do Ibovespa no fim de 2026 de 190.000 para 185.000 pontos, projetando um único corte de 0,25 ponto na Selic em setembro seguido de pausa. O dólar subiu 1,32%, a R$ 5,1751, e o giro foi de R$ 23,57 bilhões. O ranking setorial repetiu o ranking de duração: saneamento com queda de 3,98% no agregado, bancos 3,10%, seguros 2,99%, energia elétrica 1,76% e telecomunicações 0,86%. No Radar de Risco, a PRIO caiu 3,25% com o seguro mais barato do quadro, razão de 0,82, o que contradiz a narrativa de choque de commodity, enquanto o Banco do Brasil manteve a curva invertida com movimento precificado de 6,5% até sexta na véspera do balanço. O BTG Pactual caiu 5,77% e reportou lucro ajustado de R$ 5,1 bilhões depois do fechamento. Amanhã, inflação americana às 9h30 e o dia mais cheio da temporada de balanços. Maior alta CMIN3 (+2,01%); maior baixa USIM5 (-7,54%).

10/08 · SEGUNDA

O petróleo segura o Ibovespa aos 172.180 pontos, queda de 0,19%, num pregão em que 61 dos 84 papéis caem; o seguro do Banco do Brasil custa mais pela semana que pelo mês na semana do balanço

O Ibovespa cedeu 0,19% nesta segunda, aos 172.179,93 pontos, e o número escondeu o pregão: foram 61 quedas, 22 altas e um estável entre os 84 papéis do painel, com amplitude de 12,59 pontos percentuais. O bloco do petróleo pagou a conta do resto, com o Irã condicionando a reabertura de Ormuz a compensação e pedágio e o Brent perto de US$ 84,7: a PRIO (PRIO3) subiu 6,60%, a maior alta, a PetroRecôncavo avançou 4,99% e as duas classes da Petrobras ganharam 3,33%, enquanto a ponta vendedora ficou com o doméstico alavancado na véspera da ata do Copom e do IPCA de julho: Cosan, Vamos e Yduqs caíram mais de 5%. O dólar subiu 0,48%, a R$ 5,1081, e Nova York pausou perto do recorde antes do CPI de quarta. No Radar de Risco, o Banco do Brasil fechou quase parado com a curva de opções invertida, a série da semana custando mais que a do mês inteiro e movimento precificado de mais ou menos 6% até sexta, o triplo do índice, com o balanço de quarta no meio; a PRIO subiu com o seguro barateando, razão de 0,76, a menor do quadro. A JHSF3 estreou na cobertura do Radar como o 84º papel, no dia em que a JHSF pagou a parcela mensal do dividendo de 2026. Amanhã, ata às 8h, IPCA às 9h e balanços de B3 e Taesa à noite. Maior alta PRIO3 (+6,60%); maior baixa CSAN3 (-5,99%).

07/08 · SEXTA

O Ibovespa cai 1,73%, aos 172.513 pontos, com a Petrobras recuando 2,99% no dia seguinte ao lucro recorde e o Fleury subindo 9,73%, enquanto Nova York fecha em máxima histórica

O Ibovespa recuou 1,73% nesta sexta, aos 172.513,42 pontos, e fechou a semana com perda perto de 3%, com dez altas, três estáveis e setenta quedas entre os 83 papéis do painel. O papel do dia foi a Petrobras (PETR4), que girou R$ 4,06 bilhões, o maior volume do pregão, e caiu 2,99% um dia depois do lucro de R$ 52,4 bilhões: a ação abriu em alta e virou quando o diretor financeiro afirmou que dificilmente haverá dividendo extraordinário além dos R$ 17,4 bilhões já aprovados. A Renner (LREN3) caiu 8,09% depois de ter recuado mais de 13% no meio do dia, com 84.256 negócios, o maior número do pregão, o que descreve troca de mão e não fuga. O BTG Pactual (BPAC11) reportou R$ 4,96 bilhões de lucro e recuou 4,07%. Lá fora o quadro foi oposto: o emprego dos Estados Unidos fechou 23 mil vagas em julho contra expectativa de mais 83 mil, o que tirou do preço a alta de juro e levou o S&P 500 a 7.757,64 pontos, recorde de fechamento. O dólar à vista cedeu 0,50%, a R$ 5,0977, sem sustentar o índice. Nesta edição estreia o Radar de Risco, com o nível de risco e a faixa esperada da semana de nove papéis. Maior alta FLRY3 (+9,73%); maior baixa LREN3 (-8,09%).

06/08 · QUINTA

O Ibovespa cede 1,23%, aos 175.546 pontos, no primeiro pregão depois do corte da Selic, e a queda vem de balanço: o Bradesco bate o consenso e cai 1,94%, a Smart Fit desaba 7,82% e a Petrobras sobe antes de reportar

O Ibovespa recuou 1,23% nesta quinta, aos 175.546 pontos, com apenas doze papéis do painel em alta, no primeiro pregão depois do corte da Selic para 14,00%. O motor da queda não foi o juro, foi a temporada de balanços: o Bradesco (BBDC4) reportou lucro recorrente de R$ 7,1 bilhões no segundo trimestre, alta de 16,2% em doze meses e acima do consenso, com retorno sobre o patrimônio de 16,2%, e ainda assim caiu 1,94%; a Smart Fit (SMFT3) desabou com receita 22% maior e lucro apenas 7,6% acima, comprimido pela despesa financeira; e o Banco do Brasil (BBAS3) recuou 3,66% seis pregões antes do próprio número, marcado para 12/08. Na ponta oposta, a Petrobras (PETR4) subiu 0,48% antes de divulgar o segundo trimestre depois do sino, com o Brent perto de US$ 80, e a Braskem (BRKM5) liderou as altas. O dólar cedeu a R$ 5,12, ou seja, o índice caiu com o câmbio se valorizando, sinal de realocação dentro da bolsa e não de saída do país. Maior alta BRKM5 (+3,07%); maior baixa SMFT3 (-7,82%).

05/08 · QUARTA

O Ibovespa fecha de lado no dia da decisão, aos 177.726 pontos; depois do fechamento, o Banco Central corta a Selic para 14,00% com tom cauteloso, a Raia Drogasil salta 5,87% e a Hapvida cai 5,69%

O Ibovespa fechou de lado nesta quarta, aos 177.726 pontos, em variação de 0,09% negativa, no quarto pregão colado ao zero, num dia de espera. Depois do fechamento, o Banco Central cortou a Selic de 14,25% para 14,00%, o quarto corte do ciclo, como 95% do mercado esperava, mas com um comunicado cauteloso, avaliando os próximos passos reunião a reunião. Dentro do pregão, a Raia Drogasil (RADL3) foi a maior alta, subindo 5,87% com um balanço forte do 2T (lucro ajustado de R$ 432,7 milhões), enquanto a Hapvida (HAPV3) foi a maior baixa, a 5,69%, no lado oposto da própria saúde. A Embraer subiu 2,76% e a PETR3 recuou 2,08%. O dólar cedeu a R$ 5,14. Maior alta RADL3 (+5,87%); maior baixa HAPV3 (-5,69%).

04/08 · TERÇA

O Ibovespa fecha de lado pelo segundo pregão, aos 177.894 pontos, na véspera do Copom; a mineração segurou o índice, os bancos e a telecom pesaram, e a Marcopolo desabou 10,43% após o balanço

O Ibovespa fechou de lado nesta terça pelo segundo pregão seguido, aos 177.894 pontos, em variação de 0,06% negativa, na véspera do Copom, que decide a Selic amanhã à noite. Por baixo do índice parado houve rotação clara: a mineração segurou, com a Vale (VALE3) subindo 2,24% e a CSN (CSNA3) liderando as altas a 6,21% depois do tombo da véspera, enquanto os bancos cederam, com o Itaú (ITUB4) a 2,48%, e a telecom recuou, com a TIM (TIMS3) a 2,33%. Fora do índice, a Marcopolo (POMO4) foi a maior baixa do dia, a 10,43%, após um balanço com lucro 15,5% menor e margem mais fraca, e o Itaú reportou o 2T após o fechamento, com lucro de R$ 12,4 bilhões. O dólar subiu 0,75%, a R$ 5,14. Maior alta CSNA3 (+6,21%); maior baixa POMO4 (-10,43%).

03/08 · SEGUNDA

O Ibovespa fecha no zero a zero, aos 178.000 pontos, num pregão de rotação; a Vale caiu 2,15% e a CSN 6,82%, mas a saúde, as construtoras e a Embraer seguraram o índice

O Ibovespa fechou praticamente de lado nesta segunda, aos 178.000 pontos, em variação de 0,00%, num pregão que foi de rotação por dentro. O susto do petróleo do meio do dia, com o Brent caindo cerca de 5% para perto de US$ 83, perdeu força até o fim: a Brava (BRAV3) virou para alta de 0,30%, a PRIO (PRIO3) ainda fechou em queda de 3,86% e a Petrobras cedeu menos, com a PETR4 a 0,85%. A Vale (VALE3) amenizou a perda para 2,15% com o minério fraco e a CSN (CSNA3) foi a maior baixa do dia, a 6,82%. Do outro lado, o dinheiro girou para o doméstico: a Hapvida (HAPV3) subiu 5,59%, a Cury (CURY3) 4,52% e a Embraer (EMBJ3) 3,12%, e foi essa perna que segurou o índice. O dólar fechou em alta de 0,54%, a R$ 5,10. Maior alta HAPV3 (+5,59%); maior baixa CSNA3 (-6,82%).

31/07 · SEXTA

O Ibovespa fecha em alta de 0,47%, aos 177.999 pontos, num pregão que só começou às 12h30 pela falha da B3; a Vale virou para a alta após o balanço e o Santander saltou 13,35% na oferta da matriz, enquanto os grandes bancos perderam força no fim

O índice subiu 0,47% (177.999 pontos) num pregão atípico, que só começou às 12h30 depois de uma falha na Câmara de compensação da B3 deixar ações, futuros e o Tesouro Direto em leilão por horas. No pregão comprimido, a alta trocou de motor: cedo vinha dos bancos, no fim veio da Vale, que virou para a alta após o balanço, e das petroleiras (PETR4 +1,35%). O Santander saltou 13,35% com a oferta da matriz espanhola pelos minoritários, permuta de 0,4056 ação por unit com prêmio de 15%. Os grandes bancos perderam força no fim (ITUB4 +0,35%, BBDC4 +0,22%) e o dólar fechou de lado, a R$ 5,08. A ponta de baixo ficou com a Brava, a siderurgia e a MBRF; amplitude de 49 altas contra 30 quedas entre os 83 do Radar. Maior alta SANB11 (+13,35%); maior baixa BRAV3 (-2,89%).

30/07 · QUINTA

O Ibovespa dispara 1,88%, aos 177.158 pontos, num rebote amplo puxado pelo alívio da inflação americana e por Wall Street; a Usiminas afunda 9,25% no guidance e a Vale sobe as vesperas do balanço

O índice subiu 1,88% (177.158 pontos), num rebote amplo depois da queda do dia do Fed, com 72 dos 83 papéis do Radar em alta contra 11 em queda. O empurrão veio de fora: o nucleo do PCE americano de junho esfriou para 3,3%, abaixo do temido, e Wall Street disparou na tecnologia, com Microsoft e semicondutores; o dólar recuou para R$ 5,08. O financeiro liderou (bancos +1,48%, BTG +3,59%) e energia, saneamento e consumo acompanharam, com MBRF (+7,80%), Totvs (+5,74%) e Magazine Luiza (+5,46%) no topo. A exceção foi a siderurgia: a Usiminas despencou 9,25% ao sinalizar um segundo semestre mais fraco, com CSN (-4,81%) e CSN Mineração (-4,35%) junto. A Vale subiu 1,39% na vespera do balanço, que sai hoje, depois do fechamento. Maior alta MBRF3 (+7,80%); maior baixa USIM5 (-9,25%).

29/07 · QUARTA

O Ibovespa cai 1,52%, aos 173.885 pontos, num dia de Fed; o petróleo sobe e as petroleiras ficam sozinhas em alta, enquanto o Santander despenca 7,37% no balanço e leva os bancos, e a siderurgia afunda com a China

O índice caiu 1,52% (173.885 pontos), num pregão de Federal Reserve que se espalhou pela queda, com 71 dos 83 papéis do Radar no negativo contra 12 em alta. O petróleo foi o único bloco firme, com o Brent subindo mais de 4%, perto de US$ 89, diante da tensão no Oriente Médio, e as petroleiras ficaram sozinhas no topo (PRIO3 +2,89%, PETR4 +1,92%). Do outro lado, o Santander desabou 7,37% depois do balanço do 2T e arrastou os bancos, a siderurgia afundou (CSN -7,80%, Usiminas -4,26%), o saneamento recuou com a Sabesp (-5,87%) e o varejo cedeu. O Federal Reserve manteve o juro em 3,50% a 3,75%, mas por 9 a 3, e a coletiva de Kevin Warsh reforçou o tom; o dólar fechou perto de R$ 5,13. Maior alta PRIO3 (+2,89%); maior baixa CSNA3 (-7,80%).

28/07 · TERÇA

O Ibovespa sobe 0,70%, aos 176.564 pontos, mesmo com Vivo e TIM caindo cerca de 6%; o IPCA-15 de julho vem bem abaixo do esperado, derruba o juro e a bolsa fecha comprada por dentro

O índice subiu 0,70% (176.564 pontos), num pregão comprado por dentro, com 60 dos 83 papéis do Radar em alta contra 20 em queda. O IPCA-15 de julho veio em 0,06%, bem abaixo do consenso perto de 0,20%, derrubou o juro futuro e reforçou a aposta de corte da Selic, e energia (0,78%), bancos (0,61%), saúde e siderurgia puxaram o índice. Na contramao, as duas maiores teles despencaram após balanços do 2T lidos como fracos: a Vivo caiu 5,97% e a TIM 5,81%, com cortes de preço-alvo por JPMorgan, Bradesco BBI e UBS BB, e a telecom recuou 5,89%. A Sabesp (-2,08%) pesou no saneamento e o dólar fechou perto de R$ 5,14. Maior alta VAMO3 (+5,05%); maior baixa VIVT3 (-5,97%).

27/07 · SEGUNDA

O Ibovespa sobe 0,74%, aos 175.334 pontos; o petróleo derrete com a trégua entre Estados Unidos e Irã e a bolsa fecha comprada por dentro

O índice subiu 0,74% (175.334 pontos), num pregão comprado por dentro, com 68 dos 83 papéis do Radar em alta contra 15 em queda. A trégua entre Estados Unidos e Irã derreteu o petróleo e as petroleiras afundaram (PRIO3 -5,29%, PETR4 -2,84%, PETR3 -3,15%), mas a queda concentrada nelas foi mais que compensada: os bancos subiram 1,64%, a Vale virou para a alta (+0,60%) e a alimentação, a tecnologia e a Embraer puxaram as altas (MBRF3 +7,08%, TOTS3 +6,95%, EMBJ3 +5,33%). Os seguros foram o único bloco do BESST em queda (-1,29%) e o dólar destoou, em alta de 0,86%, a R$ 5,13. Maior alta MBRF3 (+7,08%); maior baixa PRIO3 (-5,29%).

24/07 · SEXTA

O Ibovespa cai 1,52% (174.042) no segundo pregão seguido de perdas; a ISA Energia despenca 7,16% no follow-on e o dólar segura pela aposta da Selic

O índice caiu 1,52% (174.042 pontos), com 69 dos 83 papéis do Radar em queda e sem o colchão dos pesos: a Petrobras cedeu com o petróleo abaixo da máxima (PN -1,72%) e a Vale caiu 0,58%. A ISA Energia despencou 7,16% após precificar o follow-on a R$ 27, com desconto, captando cerca de R$ 1,2 bilhão. A Hapvida caiu 5,25% e a Caixa Seguridade 5,21%. O dólar fechou de lado, a R$ 5,08, amparado pela aposta de corte da Selic, e a telecom foi o único setor em alta. Maior alta YDUQ3 (+3,05%); maior baixa ISAE4 (-7,16%).

23/07 · QUINTA

O Ibovespa cai 0,46% (176.723), mas só 13 dos 83 papéis sobem; o Brent fura os US$ 100 e segura a Petrobras e a Vale, enquanto Totvs e Hapvida lideram as quedas

O índice caiu 0,46% (176.723,62 pontos), mas a amplitude foi pior, com 68 dos 83 papéis do Radar em queda; o que segurou o índice foi o petróleo, com o Brent disparando 7,04%, a US$ 100,69, após novo ataque a petroleiros no Mar Vermelho, e levantando a Petrobras (ON +1,67%) e a Vale (+0,77%). Do outro lado, a inflação reacendida derrubou tecnologia, varejo e saúde: a Totvs caiu 6,37% e a Hapvida 8,08%. O dólar subiu 0,64%, a R$ 5,084, e o BCE manteve os juros. Maior alta LIGT3 (+4,62%); maior baixa HAPV3 (-8,08%).

22/07 · QUARTA

O Ibovespa dispara 2,44% (177.547) e quase toda a carteira sobe; a WEG salta 10,05% após o balanço e a Vale ganha 3,96% com prévia forte e novo conselho

O índice subiu 2,44% (177.547,57 pontos), a maior alta em semanas, com 77 altas contra seis quedas entre os 83 papéis do Radar e giro perto de R$ 17,7 bilhões. A WEG disparou 10,05% depois do balanço do 2º tri e a Vale subiu 3,96% em dia de prévia e da assembleia que elegeu o novo conselho, mesmo com o minério caindo na China. A Petrobras avançou 2,21% com o Brent perto de US$ 94, os bancos acompanharam e o dólar recuou para perto de R$ 5,07, com fluxo estrangeiro; a tarifa de 25% entrou em vigor amortecida por R$ 18,5 bilhões em crédito. Maior alta WEGE3 (+10,05%); maior baixa TIMS3 (-2,43%).

21/07 · TERÇA

O Ibovespa fecha de lado (-0,03%, 173.325), na quarta baixa seguida, mas 50 dos 83 papéis do Radar caem; o Banco do Brasil e a MBRF seguram o índice e a saúde desaba com a lei do CEIS

O índice andou 0,03% (173.325,65), mas o placar ficou em 31 altas contra 50 quedas, com giro de R$ 13,2 bi. O Banco do Brasil subiu 3,52% pela medida provisória do crédito do agro e a MBRF 4,06%, com a carne fora da tarifa; a saúde desabou depois da sanção da lei do complexo industrial do setor (Hypera -5,51%, Rede D’Or -4,32%). O juro longo caiu de novo com o dólar a R$ 5,073, Nova York disparou com os chips e a prévia da Vale (84,3 Mt, melhor 2º tri desde 2018) saiu depois do fechamento. Maior alta MBRF3 (+4,06%); maior baixa HYPE3 (-5,51%).

20/07 · SEGUNDA

O Ibovespa devolve a alta do meio-dia e cai 0,20% (173.371), na terceira queda seguida; o barril foi a US$ 91 e voltou, e o dólar recuou a R$ 5,0896

O Brent marcou US$ 91,43 pela manhã e devolveu tudo até US$ 86,14 quando o Irã sinalizou negociação; nesse ponto o índice subia 0,20%. À tarde Trump prometeu que o Irã pagará muitas vezes mais por cada soldado americano morto, Wall Street virou (Dow -0,59%) e 66 dos 83 papéis do Radar pioraram do meio-dia ao fechamento. O dólar caiu 0,42%, a R$ 5,0896, e o Focus cortou o IPCA de 2026 para 5,15%, mas construtora e varejo lideraram as quedas. Maior alta BRAV3 (+2,10%); maior baixa YDUQ3 (-5,11%).

17/07 · SEXTA

O Ibovespa fecha de lado (-0,06%, 173.714), segurado pelo petróleo; os bancos e o consumo de juro caem e o dólar rompe R$ 5,10

O petróleo disparou (Brent perto de US$ 86, +2%) e a Petrobras subiu 2,53%, segurando o índice num dia de queda ampla (56 dos 83 papéis do Radar em queda). Os bancos cederam (Itaú -1,39%, B3 -1,23%) e o consumo de juro apanhou (Vivara -3,90%, MRV -3,31%). Em casa, o IGP-10 despencou 1,13% e o IBC-Br veio fraco, a favor do corte da Selic, mas o dólar rompeu R$ 5,10. Maior alta USIM5 (+4,18%); maior baixa VIVA3 (-3,90%).

16/07 · QUINTA

O Ibovespa cai 1,24%, aos 173.825 pontos, quando o tarifaço de 25% e a virada de Wall Street em queda se somam; a dor migra do aço e da petroquímica para o doméstico de juro

Os EUA oficializaram a tarifa de 25% (em vigor 22/07, com 864 exceções) e Wall Street virou para a queda à tarde (Nasdaq -1,47%, num tombo de chips), somando as duas pernas: o Ibovespa caiu 1,24% (173.825, à vista), com 62 dos 83 papéis do Radar em queda e o dólar passando de R$ 5,10. A dor saiu do taxado (Braskem -4,84%, Usiminas -3,66%) e foi para o doméstico de juro (Cury -4,40%, Localiza -3,69%, Renner -3,19%). O minério isento segurou a CMIN3 (+4,01%); a Vale caiu 2,05%, mas por China. Maior alta LIGT3 (+5,57%); maior baixa BRKM5 (-4,84%).

15/07 · QUARTA

O Ibovespa cai 0,36%, aos 176.010 pontos, no dia do tarifaço de 25% com exceções; as elétricas caem por ofertas de ações e o aço da Gerdau sobe

Os EUA confirmaram a tarifa de 25% sobre cerca de um quinto das exportações, mas com lista de exceções que poupou a aeronáutica. O Ibovespa caiu só 0,36% (176.010, à vista) e o dólar ficou de lado, a R$ 5,07: o risco já estava no preço. Por dentro, rotação: EGIE3 (-5,11%) e ISAE4 (-5,03%) caíram por ofertas de ações, enquanto o aço da Gerdau (GGBR4 +3,77%) subiu porque produz nos EUA, e a Embraer escapou na lista. Maior alta TOTS3 (+4,18%); maior baixa BRKM5 (-6,15%).

14/07 · TERÇA

O Ibovespa fecha em alta de 0,51%, aos 176.641 pontos, no dia da deflação americana e do recuo de Trump no pedágio de Ormuz; o time do juro assume a ponta

A primeira deflação mensal dos Estados Unidos desde 2020 (CPI -0,4% em junho) derrubou o dólar a R$ 5,08 e virou o Ibovespa para alta de 0,51% (176.641, à vista), com giro de R$ 16,8 bi e 53 dos 83 papéis do Radar em alta. Trump recuou do pedágio de 20% em Ormuz, mas o Brent subiu a US$ 84,73 porque o bloqueio a navios do Irã segue de pé. O bloco BESST fechou inteiro em alta (telecom +2,54%), a Vale subiu 1,59% com a troca no comando do conselho e a Ultrapar girou R$ 1,84 bi sem comunicado. Maior alta HAPV3 (+6,98%); maior baixa CMIN3 (-6,42%).

13/07 · SEGUNDA

O Ibovespa cai 1,20%, aos 175.739 pontos, no dia do bloqueio e do pedágio de 20% em Ormuz; as petroleiras sustentam o índice sozinhas

Trump anunciou o restabelecimento do bloqueio a navios iranianos e a cobrança do equivalente a 20% de toda a carga que cruza o Estreito de Ormuz. O Brent disparou para a faixa de US$ 79 a 82 e o Ibovespa à vista caiu 1,20% (175.739), com giro de R$ 14,11 bi e 68 dos 80 papéis do Radar em queda. PETR3 (+3,44%), PRIO3 (+3,16%) e PETR4 (+2,55%) seguraram o índice, enquanto a curva de juros derrubou elétricas (-2,47%) e bancos (-1,99%). O dólar subiu a R$ 5,13 e o Santander aprovou R$ 2 bi em JCP. Maior alta BRKM5 (+4,68%); maior baixa AURE3 (-5,45%).

10/07 · SEXTA

O Ibovespa dispara 2,97%, aos 177.866 pontos, em alta ampla com o IPCA de junho abaixo do esperado; só a PRIO fica em queda

O Ibovespa saltou 2,97% (177.866, à vista) num pregão de compra ampla, com 79 dos 80 papéis do Radar em alta e só a PRIO em queda (-0,29%). O IPCA de junho veio a 0,16%, abaixo do esperado, e reacendeu a aposta de corte da Selic; siderurgia (CMIN3 +8,28%, CSNA3 +7,92%), Aura (+8,22%), Magalu (+7,41%) e os bancos lideraram. O dólar caiu a R$ 5,11 e Wall Street subiu (Dow +0,29%, Nasdaq +0,29%) com a estreia da SK Hynix. Maior alta CMIN3 (+8,28%); maior baixa PRIO3 (-0,29%).

09/07 · QUINTA

O Ibovespa fecha em alta de 1,22%, aos 172.742 pontos, e apaga a queda de ontem: saneamento, bancos e seguros puxam, e as petroleiras cedem com o petróleo

O Ibovespa subiu 1,22% (172.742, à vista), reforçando o passo no fim do dia, numa recuperação ampla de saneamento (mais 2,45%), bancos (mais 2,28%) e seguros (mais 1,75%), com a B3 mais 3,86% e o Magazine Luiza mais 7,76%. As petroleiras cederam (PETR4 -1,11%, PETR3 -1,43%, PRIO3 -1,44%) com o Brent recuando para US$ 77; a Vale subiu de leve (+0,62%) e esclareceu à CVM o caso de governança. O dólar caiu a R$ 5,12 e Wall Street fechou em alta (Dow +0,27%, Nasdaq +1,30%). Maior alta MGLU3 (+7,76%); maior baixa AXIA3 (-2,68%).

08/07 · QUARTA

O Ibovespa fecha em queda de 0,79% com a Vale despencando por governança; petróleo a US$ 78 segura as petroleiras e a bolsa recupera parte da perda no fim

O Ibovespa caiu 0,79% (170.653, à vista), recuperando parte da perda no fim quando o Nasdaq virou para a alta em Nova York. A Vale (-4,59%) foi a âncora de baixa, mas por governança, não por minério, que na verdade subiu na China (Dalian +0,88%): a CVM abriu processo sobre a suposta compensação ao ex-presidente do conselho, Daniel Stieler. As petroleiras seguraram o índice (PETR4 +3,15%, PETR3 +2,79%, PetroReconcavo +6,04%, Vibra +2,56%), com o Brent perto de US$ 78 (+5%), depois de os EUA declararem encerrado o cessar-fogo com o Irã e voltarem a atacar. A construção civil despencou (Cury -7,85%, Direcional -6,19%, MRV -5,84%) com a curva de juros abrindo, e o dólar à vista fechou de lado, a R$ 5,15. Lá fora, Wall Street fechou misto (Dow -1,09%, Nasdaq +0,20%). Maior alta RECV3 (+6,04%); maior baixa CURY3 (-7,85%).

07/07 · TERÇA

O Ibovespa fecha em leve baixa de 0,25% e descola de Nova York, que cai na rotação para fora da IA; o petróleo dispara com Ormuz e segura as petroleiras

O Ibovespa caiu 0,25% (172.021, à vista), recuperando da tarde (-0,40%) e da mínima do dia, e descolou de Nova York, que caía numa nova rotação para fora da inteligência artificial (Nasdaq perto de -1,3%, Dow devolvendo parte do recorde). O que segurou a bolsa foi o petróleo: o Brent saltou mais de 2%, para perto de US$ 73,75, depois de um ataque a um navio de gás no Estreito de Ormuz, e sustentou as petroleiras (PRIO +4,97%, PETR3 +2,65%, PETR4 +1,77%, Vibra +2,46%); a energia elétrica foi o único bloco claramente em alta (+0,85%). Do lado fraco, a Vale (-2,04%) e a siderurgia (Usiminas -3,21%) pesaram com o minério perto de US$ 98, e os bancos (-0,60%) e os seguros (-0,82%) fecharam em queda. O dólar virou para cima, a R$ 5,19. A B3 pagou JCP hoje. Maior alta CMIN3 (+5,08%); maior baixa MBRF3 (-4,14%).

06/07 · SEGUNDA

O Ibovespa fecha em baixa de 0,93% e destoa de Nova York, que renova recorde no Dow; educação, varejo e construção lideram as perdas

O Ibovespa caiu 0,93% (172.448, à vista), recuperando parte da queda depois de ceder 1,21% no intradia, e destoou de Wall Street, que renovou máximas, com o Dow batendo recorde acima de 53 mil. A pressão foi doméstica, ligada ao temor das tarifas dos EUA ao Brasil e a realização após a sexta perto da máxima. Educação (YDUQ3 -4,19%), varejo (LREN3 -4,80%), tecnologia doméstica (TOTS3 -4,97%) e construção (CYRE3, CURY3) lideraram as perdas; resistiram os ligados a commodity (Brava +3,29%, Gerdau +1,87%, Embraer +1,72%, PRIO +1,15%). O dólar recuou a R$ 5,16 e o Brent fechou em US$ 72. RADL3 e BBDC4 ficaram ex. Maior alta BRAV3 (+3,29%); maior baixa TOTS3 (-4,97%).

03/07 · SEXTA

O Ibovespa fecha em alta de 0,74%, sustentando o dia mesmo sem Nova York; seguros e bancos lideraram

O Ibovespa subiu 0,74% (174.070, à vista), com giro fino de cerca de R$ 9 bilhões, e o dólar à vista recuou perto de 0,9% (~R$ 5,16). Sem Nova York, fechada pelo feriado de 4 de Julho, a bolsa seguiu o humor externo positivo: a Ásia recuperou o tombo dos chips e a Europa subiu, com a Alemanha em máxima. Seguros (+1,05%) e bancos (+0,73%) lideraram; a energia foi o único setor em queda (-0,47%), puxada pela ISA Energia (-4,29%). Ficaram data-com RADL3 e o JCP intermediário do Bradesco, e a Sanepar suspendeu o JCP do semestre. Maior alta CSNA3 (+4,33%); maior baixa ISAE4 (-4,29%).

02/07 · QUINTA

O Ibovespa fecha em alta de 0,64%, com o payroll fraco girando o dinheiro para os setores de dividendo

O Ibovespa subiu 0,64% (172.788, à vista), com giro de cerca de R$ 13,9 bilhões, e o dólar ficou perto da estabilidade (R$ 5,24). O emprego dos Estados Unidos veio fraco (57 mil vagas, ante ~115 mil), tirou pressão de juro e disparou uma rotação dos chips para o dividendo: telecom (+2,36%), seguros (+1,28%) e elétricas (+1,09%) lideraram, enquanto Petrobras e Vale ficaram perto do zero. A ponta fraca ficou com proteína e consumo (BRF -5,89%, Natura -4,20%, Magazine Luiza -3,61%). Lá fora, o Dow foi a máxima e a Nasdaq caiu com os semicondutores. Maior alta CMIN3 (+2,66%); maior baixa MBRF3 (-5,89%).

01/07 · QUARTA

Ibovespa fecha de lado num dia de câmbio, com a Engie despencando e as exportadoras segurando

O Ibovespa caiu 0,20% (171.688, à vista) no primeiro pregão do segundo semestre, num dia de câmbio e volume fraco (~R$ 15 bi). O dólar subiu cerca de 0,82% (R$ 5,24), com o real perdendo fôlego diante dos juros dos EUA em alta. As exportadoras seguraram (Suzano +2,11%, Vale +0,12%) e o saneamento foi o melhor setor (Copasa +2,02%), com a saúde firme (Hapvida +3,33%); a elétrica foi a pior (Engie -6,14%) e o varejo caiu (Magazine Luiza -5,34%, Azzas -4,64%). Lá fora, Wall Street fechou de lado, com a Nasdaq em queda por chips. Maior alta HAPV3 (+3,33%); maior baixa EGIE3 (-6,14%).

30/06 · TERÇA

Ibovespa cai no fim do semestre, com os bancos pesando e a Natura disparando

O Ibovespa caiu 0,68% (172.024, à vista) no último dia do semestre, descolado de uma Wall Street que ficou de lado depois do recorde de ontem. Os bancos foram o setor mais pesado (-0,98%) e o principal motor da baixa, mas o índice aliviou na reta final e caiu menos que no intraday. A Natura disparou (+5,18%), com Embraer (+2,08%) e Engie (+1,90%) firmes; Braskem (-3,78%), Assaí (-2,89%) e C&A (-2,45%) lideraram as quedas. Maior alta NATU3 (+5,18%); maior baixa BRKM5 (-3,78%).

29/06 · SEGUNDA

Ibovespa fecha de lado e descola de Wall Street, que dispara com o Dow em recorde acima de 52 mil

O Ibovespa fechou praticamente de lado (173.205, queda de 0,05% à vista), descolado de Wall Street, que disparou: o Dow fechou em recorde acima de 52 mil pela primeira vez e a Nasdaq subiu 2,07%, com o Fed preservado pela Suprema Corte e a trégua entre Estados Unidos e Irã. Por aqui, Braskem (+5,76%) e o varejo (Magazine Luiza +4,50%, Natura +4,01%) lideraram, mas Embraer (-2,10%), B3 (-1,41%) e a Vale de lado seguraram o índice. Maior alta BRKM5 (+5,76%); maior baixa AZZA3 (-3,21%).

26/06 · SEXTA

Ibovespa fecha em alta com bancos e domésticas no alívio dos juros; Braskem desaba na crise com os credores

O Ibovespa subiu 0,76% (173.295), em máxima, com um IPCA-15 abaixo do esperado aliviando a curva de juros e a volta do fluxo estrangeiro puxando os bancos (BBDC4 +1,70%, BBAS3 +1,45%). O varejo foi destaque (LREN3 +3,10%, CEAB3 +2,99%) e a Totvs disparou (TOTS3 +5,63%), na contramão das commodities, que caíram mesmo com o minério em alta. Maior alta TOTS3 (+5,63%); maior baixa BRKM5 (-8,36%). Na semana, +2,95%.

25/06 · QUINTA

Ibovespa fecha em alta com a inflação mais fraca puxando banco e saneamento; Braskem desaba no impasse com os credores

O Ibovespa subiu 0,87% (171.990), depois de tocar acima de 173 mil, com o IPCA-15 de junho a 0,41%, abaixo do esperado, reforçando a aposta de corte da Selic. Bancos (ITUB4 +1,78%, ITSA4 +1,92%) e saneamento (CSMG3 +2,85%, EQTL3 +2,76%) puxaram, na contramão da tech lá fora. A Vale subiu (+1,20%), mas a siderurgia caiu forte (CSNA3 -4,74%). Maior alta ASAI3 (+4,11%); maior baixa BRKM5 (-10,50%).

24/06 · QUARTA

Ibovespa fecha em queda com Petrobras e Vale arrastadas pelo petróleo e minério na mínima; construção e varejo sobem

O Ibovespa cedeu 0,44% (170.506), longe da mínima do dia, com o petróleo desabando abaixo de US$ 76 após a reabertura do Estreito de Ormuz e o avanço EUA-Irã. Petrobras (PETR4 -2,64%), PRIO (-3,57%) e a Vale (-2,08%), com o minério na mínima de quatro meses, puxaram a queda. Na contramão, construtoras e varejo subiram na aposta de corte (CEAB3 +8,87%, CYRE3 +4,17%). Maior alta CEAB3 (+8,87%); maior baixa CSNA3 (-3,98%).

23/06 · TERÇA

Ibovespa sobe na contramão de Wall Street e emenda a terceira alta após a ata do Copom; Vale e petróleo pesam

O Ibovespa subiu 0,52% (171.258), a terceira alta seguida, mesmo abrindo em queda de mais de 1% e contra a tecnologia em queda em Nova York. A ata do Copom dividiu o mercado, mas a curva de juros fechou. O dólar subiu para perto de R$ 5,19 e a Vale (-1,89%) pesou com o minério na faixa baixa. Maior alta MBRF3 (+9,88%); maior baixa MGLU3 (-5,15%).

22/06 · SEGUNDA

Ibovespa fecha em alta e retoma os 170 mil, com saneamento e telecom na frente; petróleo recua lá fora

O Ibovespa subiu 1,21%, retomando a marca dos 170 mil numa alta ampla puxada por saneamento (+3,89%), telecom (+4,20%), energia (+1,63%) e bancos (+1,27%), com os juros futuros cedendo antes da ata do Copom. O dólar recuou para perto de R$ 5,14. Lá fora, o petróleo caiu com o avanço nas conversas EUA-Irã. Maior alta AZZA3 (+10,48%); maior baixa SUZB3 (-2,75%).

19/06 · SEXTA

A bolsa corta a sequência de quedas e fecha de leve alta; Vale e varejo puxam

Numa sexta de giro fraco (NYSE fechada, Juneteenth), o Ibovespa subiu 0,03% (168.334), cortando quatro quedas seguidas, com o dólar cedendo a R$ 5,17. A Vale (+1,01%) liderou com o minério de Dalian firme; o varejo e a construção seguiram em alta (AZZA3 +8,33%, CYRE3 +3,22%), enquanto o saneamento (-1,20%) foi o pior.

18/06 · QUINTA

Dólar sobe e a bolsa fica de lado; elétricas sobem, Braskem e siderurgia afundam

O Ibovespa fechou de lado (-0,10%, 168.278), a quarta queda leve, com o dólar subindo 1,05% (R$ 5,18) na divergência Brasil x EUA. As elétricas (+1,35%, CPLE3 +3,36%) e as exportadoras (WEGE3 +4,59%) lideraram; a Braskem (-10,27%) e a siderurgia (CSNA3 -7,99%) afundaram, com o consumo também caindo forte.

17/06 · QUARTA

Fed mais duro vira a bolsa; índice fecha -0,70% antes do Copom

Depois de subir de manhã com os bancos, o Ibovespa virou e fechou em queda de 0,70% (168.454), a terceira baixa seguida, após o Fed manter o juro (3,50-3,75%) mas sinalizar possível alta, com dot plot a 3,8%. O dólar subiu a R$ 5,12; a Vale (-2,04%) e o crescimento (NATU3 -8,74%) afundaram, e seguros, Cosan (+6,12%) e Embraer seguraram. O Copom decidiu às 18h30, após o fechamento.

16/06 · TERÇA

Bolsa cai de novo na véspera da super quarta; Braskem -9%

O Ibovespa fechou em queda de 0,45% (169.648), a segunda baixa seguida, cauteloso antes de Copom e Fed amanhã. O dólar subiu a R$ 5,11 e o Brent (BRN1!) caiu 5,15%, a US$ 78,89, mínima de 3 meses. A Braskem desabou 9,23% com o risco de recuperação extrajudicial; seguros e RaiaDrogasil (+2,20%) seguraram. Petrobras -1,33%.

15/06 · SEGUNDA

A rotação não segurou: Petrobras afunda e o índice vira

O Ibovespa subiu o dia todo, mas devolveu tudo e fechou em queda de 0,42% (170.415), pressionado pela Petrobras após o acordo EUA-Irã. O petróleo desabou e detonou o óleo (PRIO3 -6,91%, PETR3 -5,30%, PETR4 -5,15%). Vale (+2,51%) e Embraer (+7,06%) seguraram; os bancos viraram no fim. Dólar a R$ 5,07.

12/06 · SEXTA

Índice cede de leve, mas fecha a semana em alta

Ibovespa caiu 0,21% (171.132), devolvendo parte do rali, mas emendou a primeira semana de alta desde abril. Petróleo em forte baixa (Brent ~US$ 87) derrubou a Petrobras (PETR4 -1,39%); BRKM5 (-6,67%) liderou as quedas. Vale, Engie e Embraer seguraram o índice. IPCA furou o teto (4,72%).

11/06 · QUINTA

Trump recuou do Irã e a bolsa decolou

Ibovespa virou à tarde e fechou +1,71% (~171.497) quando Trump cancelou os ataques ao Irã. Voaram locadoras (VAMO3 +6,52%), saúde (RDOR3 +4,74%) e varejo; petróleo e Petrobras ficaram para trás. Dólar despencou cerca de 1,5%.

10/06 · QUARTA

Dia de rotação: saiu tech, entrou petróleo e dividendo

Ibovespa fechou −0,70% (168.619). Totvs (−7,02%) e Magalu (−6,74%) lideraram as baixas; petróleo (PETR4 +1,17%) e defensivas seguraram. CPI dos EUA de energia.

09/06 · TERÇA

O Brasil recuperou o Black Monday pelos perenes

Ibovespa fechou +0,68% (169.813), puxado por bancos (+1,48%) e seguros (+1,40%); as commodities ficaram de fora, com Petrobras e Vale só de leve. Telecom foi o único setor em queda.

08/06 · SEGUNDA

O Brasil segurou no Black Monday global

Ibovespa caiu só 0,21% (168.668) enquanto a Coreia derretia 8,29% com circuit breaker. Telecom e seguros em alta; o Focus elevou a Selic 2026 a 13,50%.

05/06/2026 · Sexta

Payroll forte derruba a bolsa; dólar volta a subir.

O Ibovespa caiu 0,77%, a 169.019 pontos, perdendo os 170 mil depois de um payroll forte nos EUA (172 mil vagas), que afastou o corte de juro do Fed e levou o dólar acima de R$ 5,12. Saneamento e telecom puxaram as perdas; a Copasa devolveu parte do salto da véspera (CSMG3 -5,25%).

03/06/2026 · Quarta

Tarifa e guerra derrubam a bolsa; a Copasa dispara.

Dois choques no mesmo dia: tarifa de 25% dos EUA e a guerra EUA-Irã. A bolsa caiu cerca de 2,5% e o dólar disparou a R$ 5,07 (real, a pior moeda do mundo). Bancos e Vale lideraram as perdas; a Copasa subiu 13,34% pela privatização.

02/06/2026 · Terça

Petróleo recua, Vale dispara e a bolsa reage.

Virada do dia anterior: o Irã voltou à mesa, o petróleo caiu e as petrolíferas recuaram, mas a Vale saltou 4,04% e puxou o índice. EUA propõem tarifa de 25% sobre o Brasil.

01/06/2026 · Segunda

Petróleo dispara com o Irã e a bolsa cai no 1º pregão de junho.

Tape dividido: o petróleo saltou perto de 7% e segurou a Petrobras, mas a Vale, com a China fraca, e os bancos puxaram o índice. Focus pior e BBAS3 data-com.

29/05 · SEXTA

O Ibovespa cai 0,73%, aos 173.787 pontos, e fecha a sétima semana seguida em queda, a maior sequência semanal negativa da história do índice

O Ibovespa recuou 0,73% nesta sexta, aos 173.787 pontos, na quarta baixa seguida, e emendou a sétima semana negativa em sequência, a maior da história do índice. Com isso, cravou o pior mês de maio desde 2023, com recuo de 7,08%, mantendo alta de 7,86% no acumulado do ano. É a edição mais antiga do arquivo do Radar e entra aqui para fechar a série: até esta auditoria, ela era a única página de fechamento publicada que não tinha card no arquivo, e por isso ficava fora do caminho de quem navega pelo histórico. Maior alta e maior baixa do pregão estão na página do dia.

29/05/2026 · Sexta

Ibov cai 0,73% e fecha a 7ª semana em queda.

Pior maio desde 2023 e a maior sequência de quedas semanais da história. PIB forte, saída de estrangeiros e EUA mirando PCC e CV pesaram nos bancos.

Novos briefings entram aqui a cada fechamento de mercado.