O Ibovespa fecha no zero a zero, aos 178.000 pontos, em variação de 0,00%, depois de o susto do petróleo do meio do pregão perder força; a Vale recua 2,15% e a CSN lidera as perdas, a 6,82%, enquanto a saúde, as construtoras e a indústria seguram o índice, e o dólar sobe 0,54%, a R$ 5,10, na véspera do Copom
O Ibovespa fechou praticamente de lado nesta segunda, aos 178.000 pontos, em variação de 0,00%, num pregão que foi de rotação por dentro. O susto do petróleo do meio do dia, com o Brent caindo cerca de 5% para perto de US$ 83, perdeu força até o fim: a Brava (BRAV3) virou para alta de 0,30%, a PRIO (PRIO3) ainda fechou em queda de 3,86% e a Petrobras cedeu menos, com a PETR4 a 0,85%. A Vale (VALE3) amenizou a perda para 2,15% com o minério fraco e a CSN (CSNA3) foi a maior baixa do dia, a 6,82%. Do outro lado, o dinheiro girou para o doméstico: a Hapvida (HAPV3) subiu 5,59%, a Cury (CURY3) 4,52% e a Embraer (EMBJ3) 3,12%, e foi essa perna que segurou o índice. O dólar fechou em alta de 0,54%, a R$ 5,10.
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O Ibovespa fechou praticamente de lado nesta segunda, aos 178.000 pontos, em variação de 0,00%, num pregão que foi de rotação por dentro. O susto do petróleo do meio do dia, com o Brent caindo cerca de 5% para perto de US$ 83, perdeu força até o fim: a Brava (BRAV3) virou para alta de 0,30%, a PRIO (PRIO3) ainda fechou em queda de 3,86% e a Petrobras cedeu menos, com a PETR4 a 0,85%. A Vale (VALE3) amenizou a perda para 2,15% com o minério fraco e a CSN (CSNA3) foi a maior baixa do dia, a 6,82%. Do outro lado, o dinheiro girou para o doméstico: a Hapvida (HAPV3) subiu 5,59%, a Cury (CURY3) 4,52% e a Embraer (EMBJ3) 3,12%, e foi essa perna que segurou o índice. O dólar fechou em alta de 0,54%, a R$ 5,10.
O que moveu o dia
- O índice fechou de lado, num dia de rotação. O Ibovespa terminou em variação de 0,00%, aos 178.000 pontos; Vale e petroleiras puxaram para baixo, mas construtora, varejo, saúde e boa parte da elétrica sustentaram o índice.
- O susto do petróleo perdeu força. O Brent caiu cerca de 5% pela manhã, para perto de US$ 83, com a distensão entre Estados Unidos e Irã e mais oferta da Opep+, e recuperou parte no fim. A Brava virou para a alta e a PRIO reduziu a queda.
- A Vale e a CSN pesaram. A Vale recuou 2,15%, a R$ 74,64, com o minério fraco e a China sem tração, e a CSN foi a maior baixa do pregão, a 6,82%; é movimento a confirmar no fato relevante da companhia.
- O doméstico segurou o índice. A Hapvida subiu 5,59%, a Cury 4,52%, a Direcional 3,52% e a Embraer 3,12%; a aposta de corte de juro na quarta e o óleo mais barato empurram o consumo, a construção e a saúde.
- Os bancos ficaram mistos. O Itaú subiu 0,69% e o Santander 1,08%, mas o Banco do Brasil caiu 0,37% e a B3 0,70%; o bloco grande deu estabilidade ao índice num dia de susto de commodity.
As três camadas do dia
20 mais líquidos (fechamento)
Entre os de maior giro, a Embraer e a Axia puxam as altas e o Santander segue firme, enquanto a CSN, a PRIO e a Vale concentram as quedas do fechamento.
BESST (fechamento)
No BESST, a Auren e a Axia levam a elétrica para cima e o Santander sobe com a oferta, enquanto a Light, a Caixa Seguridade e a Sanepar ficam na ponta de baixo.
Mercado geral (fechamento)
Na bolsa toda, a Hapvida, a Cury e a Direcional puxam as altas do giro doméstico, enquanto a CSN, a PRIO e a PetroRecôncavo lideram as quedas do susto de commodity.
Os números do fechamento
Fechou em variação de 0,00%, aos 178.000 pontos, num pregão de rotação com os pesos cedendo e o doméstico segurando
O ETF que segue o Ibovespa recuou 0,07%, a R$ 174,90
Subiu 0,54%, a R$ 5,10, com o exterior cauteloso na véspera do Copom
Maior baixa do pregão, a R$ 4,51, com a siderurgia dividida e o minério fraco
Maior alta do dia, a R$ 11,91, no giro para o doméstico com a aposta de corte de juro
Segue em 14,25%; o Banco Central decide em 4 e 5 de agosto, com a aposta majoritária de corte
O que fica no radar
- A virada da Brava é o teste do petróleo. A produtora fechou em alta depois de cair forte de manhã; o que fica é saber se marca o fundo do susto ou só um alívio de um dia, e como isso entra no tom do Copom pelo lado da inflação.
- A Selic é o evento da semana. O Copom decide em 4 e 5 de agosto, com corte de 0,25 ponto no preço; o foco é o tom do comunicado sobre a continuidade do ciclo. O emprego dos Estados Unidos sai em 07/08.
- O balanço da BB Seguridade sai hoje. O resultado do 2T vem após o fechamento, com R$ 3,85 bilhões em dividendos intercalares já aprovados; o valor por ação e o pagamento definem o retorno para quem estava na data-com de 31/07.
- A OPA do Santander segue novela. O prêmio de 15% é em ação da matriz, não em caixa, então o valor da troca oscila com a cotação lá fora e o câmbio; prazo e condições saem no fato relevante.
